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Uma Igreja Secularizada
 Uma Igreja Secularizada
Entrevista com o Pe Bartolome Menchén sobre sua experiência nos países nórdicos da Europa (fevereiro 1991).

PAL.: "E a igreja Luterana não opôs um contrapeso a esse processo de desagregação moral?"

B.M.: "A Igreja Luterana sofre de profunda secularização. A sua situação varia nos diversos países, mas, em geral, não está em condições de ajudar muito no quadro comum da Escandinávia.

Lembro-me de que, há alguns anos, ao visitar uma paróquia luterana, tomei um folheto explicativo da Confirmação. Embora não a considerem sacramento, é uma cerimônia de que muito cuidam, e tem importante significado na pastoral paroquial. Aquele folheto animava os jovens à Confirmação e expunha as condições estabelecidas: perguntava se era necessário pertencer a alguma paróquia, à Igreja Luterana ou ser batizado. A tudo se dava a resposta negativa. Chegando à questão fundamental, perguntava se era necessário crer em Deus: a resposta também era negativa, porque 'cada um tem o seu conceito de Deus'. O único necessário, em conclusão, era unir-se ao grupo!

Logicamente há propostas mais inspiradas pela fé; não poucos dos mais inquietos sentem-se atraídos pela Igreja Católica. Em certa ocasião, passeando por Turku (a antiga capital da Finlândia) com um amigo, pastor luterano, falávamos da situação da Teologia. Dizia em tom convicto: 'Ainda resta bom número de pessoas antiquadas, mas, graças a Deus, há muitos progressistas'. Visto que eu tinha dificuldade para me situar adequadamente frente a esses progressistas, indaguei um pouco mais. Referia-se àqueles que procuravam o progresso numa visão interior e mantinham uma postura aberta e positiva diante da Igreja Católica".

Ver artigo completo de Dom Estêvão Bettencourt intitulado 'O Bem-estar que Não Satisfaz'.