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Catecismo Católico completo do Vaticano

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  Catecismo Da Igreja Católica
   Terceira Parte - A Vida Em Cristo
    Primeira Seção - A Vocação Do Homem: A Vida No Espírito
     Capítulo Terceiro - A Salvação De Deus: A Lei E A Graça
      Artigo 1 - A Lei Moral
       Ii. A Lei Antiga

6.61 [1964] A Lei antiga é uma preparação para o Evangelho. « A Lei é profecia e pedagogia das realidades futuras » (17). Ela profetiza e preanuncia a obra de libertação do pecado, que será realizada por Cristo; e fornece ao Novo Testamento imagens, « tipos » e símbolos para exprimir a vida segundo o Espírito. Finalmente, a Lei completa-se pelo ensinamento dos Livros Sapienciais e dos Profetas, que a orientam para a nova aliança e para o Reino dos céus. Houve [...] na vigência da Antiga Aliança, pessoas que possuíam a caridade e a graça do Espírito Santo, e aspiravam acima de tudo às promessas espirituais e eternas, sob este aspecto, já pertenciam à nova Lei. E, vice-versa, existem na nova aliança homens carnais, ainda distantes da perfeição da Nova Lei. Para os incitar à prática da virtude, tem sido necessário, mesmo na nova aliança, o temor do castigo e certas promessas temporais. Em todo o caso, a Lei antiga, embora prescrevesse a caridade, não dava o Espírito Santo, pelo qual "a caridade se difunde nos nossos corações" (Rm 5,5) » (18)

  Catecismo Da Igreja Católica
   Primeira Parte - A Profissão Da Fé
    Segunda Seção - A Profissão Da Fé Cristã
     Capítulo Terceiro - Creio No Espírito Santo
      Artigo 2 - « Creio Na Santa Igreja Católica »
       Parágrafo 1 - A Igreja No Desígnio De Deus
        Ii. Origem, Fundação E Missão Da Igreja
         A Igreja - Preparada Na Antiga Aliança

6.32 [762] A preparação remota da reunião do povo de Deus começa com a vocação de Abraão, a quem Deus promete que há-de vir a ser o pai de um grande povo (157). A preparação imediata começa com a eleição de Israel como povo de Deus (158). Pela sua eleição, Israel deve ser o sinal da reunião futura de todas as nações (159). Mas já os profetas acusam Israel de ter quebrado a aliança, comportando-se como uma prostituta (160). Eles anunciam uma Aliança nova e eterna (161). « Esta Aliança nova, instituiu-a Cristo » (162)

  Catecismo Da Igreja Católica
   Segunda Parte - A Celebração Do Mistério Cristão
    Primeira Seção - A « Economia » Sacramental
     Capítulo Segundo - A Celebração Sacramental Do Mistério Pascal
      Artigo 1 - Celebrar A Liturgia Da Igreja
       Ii. Como Celebrar?
        Sinais E Símbolos

5.96 [1150] Sinais da Aliança. O povo eleito recebe de Deus sinais e símbolos distintivos, que marcam a sua vida litúrgica: já não são unicamente celebrações de ciclos cósmicos e práticas sociais, mas sinais da Aliança, símbolos das proezas operadas por Deus em favor do seu povo. Entre estes sinais litúrgicos da Antiga Aliança, podem citar-se a circuncisão, a unção e a sagração dos reis e dos sacerdotes, a imposição das mãos, os sacrifícios e sobretudo a Páscoa. A Igreja vê nestes sinais uma prefiguração dos sacramentos da nova aliança.

  Catecismo Da Igreja Católica
   Segunda Parte - A Celebração Do Mistério Cristão
    Segunda Seção - Os Sete Sacramentos Da Igreja
     Capítulo Terceiro - Os Sacramentos Ao Serviço Da Comunhão
      Artigo 7 - O Sacramento Do MatrimÔnio
       I. O Matrimónio No Desígnio De Deus
        O MatrimÔnio No Senhor

5.91 [1612] A aliança nupcial entre Deus e o seu povo Israel tinha preparado a Aliança nova e eterna, pela qual o Filho de Deus, encarnando e dando a sua vida, uniu a Si, de certo modo, toda a humanidade por Ele salva (116), preparando assim as « núpcias do Cordeiro » (117)

  Catecismo Da Igreja Católica
   Primeira Parte - A Profissão Da Fé
    Segunda Seção - A Profissão Da Fé Cristã
     Capítulo Primeiro - Creio Em Deus Pai
      Artigo 1 - « Creio Em Deus Pai Todo-poderoso Criador Do Céu E Da Terra »
       Parágrafo 1 - Creio Em Deus
        Ii. Deus Revela O Seu Nome

5.74 [204] Deus revelou-Se progressivamente e sob diversos nomes ao seu povo; mas foi a revelação do nome divino feita a Moisés na teofania da sarça ardente, no limiar do êxodo e da Aliança do Sinai, que se impôs como sendo a revelação fundamental, tanto para a Antiga como para a nova aliança.

  Catecismo Da Igreja Católica
   Primeira Parte - A Profissão Da Fé
    Segunda Seção - A Profissão Da Fé Cristã
     Capítulo Terceiro - Creio No Espírito Santo
      Artigo 2 - « Creio Na Santa Igreja Católica »
       Parágrafo 2 - A Igreja - Povo De Deus, Corpo De Cristo, Templo Do Espírito Santo
        I. A Igreja - Povo De Deus

5.70 [781] « Em todos os tempos e em todas as nações foi agradável a Deus aquele que O teme e pratica a justiça. No entanto, aprouve a Deus salvar e santificar os homens não individualmente, excluída qualquer ligação entre eles, mas constituindo-os em povo que O conhecesse na verdade e O servisse na santidade. Foi por isso que escolheu Israel para ser o seu povo, estabeleceu com ele uma aliança e instruiu-o progressivamente manifestando-se a Si mesmo e os desígnios da Sua vontade na história desse povo, e santificando-o para Si. Mas tudo isso aconteceu como preparação da Aliança nova e perfeita, que seria concluída em Cristo [...]. Esta nova aliança instituiu-a Cristo no seu Sangue, chamando um povo, proveniente de judeus e pagãos, a juntar-se na unidade, não segundo a carne, mas no Espírito » (208)

  Catecismo Da Igreja Católica
   Segunda Parte - A Celebração Do Mistério Cristão
    Segunda Seção - Os Sete Sacramentos Da Igreja
     Capítulo Terceiro - Os Sacramentos Ao Serviço Da Comunhão
      Artigo 7 - O Sacramento Do MatrimÔnio
       I. O Matrimónio No Desígnio De Deus
        O MatrimÔnio No Senhor

5.67 [1617] Toda a vida cristã tem a marca do amor esponsal entre Cristo e a Igreja. Já o batismo, entrada no povo de Deus, é um mistério nupcial: é, por assim dizer, o banho de núpcias (124) que precede o banquete das bodas, a Eucaristia. O Matrimónio cristão, por sua vez, torna-se sinal eficaz, sacramento da aliança de Cristo com a Igreja. E uma vez que significa e comunica a graça desta aliança, o Matrimónio entre baptizados é um verdadeiro sacramento da nova aliança (125)

  Catecismo Da Igreja Católica
   Primeira Parte - A Profissão Da Fé
    Primeira Seção - « Eu Creio » - « Nós Cremos »
     Capítulo Segundo - Deus Ao Encontro Do Homem
      Artigo 1 - A Revelação De Deus
       Iii. Jesus Cristo - « Mediador E Plenitude De Toda A Revelação » (32)
        Já Não Haverá Outra Revelação

5.26 [66] « Portanto, a economia cristã, como nova e definitiva aliança, jamais passará, e já não se há-de esperar nenhuma nova revelação pública antes da gloriosa manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo »(34)

  Catecismo Da Igreja Católica
   Quarta Parte - A Oração Cristã
    Segunda Seção - A Oração Do Senhor: « Pai Nosso »
     Artigo 2 - « Pai Nosso, Que Estais Nos Céus »
      Resumo

5.13 [2801] Ao dizermos Pai « nosso », invocamos a nova aliança em Jesus Cristo, a comunhão com a Santíssima Trindade e a caridade divina que, através da Igreja, se estende às dimensões do mundo.

  Catecismo Da Igreja Católica
   Quarta Parte - A Oração Cristã
    Segunda Seção - A Oração Do Senhor: « Pai Nosso »
     Artigo 2 - « Pai Nosso, Que Estais Nos Céus »
      Iii. Pai « Nosso »

4.99 [2787] Quando dizemos Pai « nosso », reconhecemos, antes de mais nada, que todas as suas promessas de amor, anunciadas pelos profetas, se cumpriram na Nova e eterna Aliança no seu Cristo: nós tornámo-nos o « seu » povo e Ele é doravante o « nosso » Deus. Esta relação nova é uma pertença mútua, dada gratuitamente: é por amor e fidelidade (36) que temos de responder « à graça e à verdade » que nos foram dadas em Cristo Jesus (37)


Vaticano A Igreja, que é "a coluna e sustentáculo da verdade" (1Tm 3,15), guarda fielmente a fé uma vez por todas confiada aos santos (Cf. Jd 1,3). É ela que conserva a memória das Palavras de Cristo, é ela que transmite de geração em geração a confissão de fé dos apóstolos. Como uma mãe que ensina seus filhos a falar e, com isso, a compreender e a comunicar, a Igreja, nossa Mãe, nos ensina a linguagem da fé para introduzir-nos na compreensão e na vida da fé. (Catecismo da Igreja Católica)

Ver artigo A Igreja e a Bíblia do Pe. Arnold Damen.



Ver todas as aulas de catecismo do padre Paulo Ricardo.

Ver aulas de catecismo do prof. Carlos Ramalhete.

Catecismo popular do Papa São Pio X, publicado em 1905, elaborado com 1000 perguntas e respostas.


Download do catecismo completo de 1992 da Igreja Católica em PDF.
Download do compêndio do catecismo de 1992 em PDF com perguntas e respostas.
Download do catecismo ilustrado de 1910 em PDF.

João Paulo II
Fidei Depositum

Os Dez Mandamentos
Os 10 mandamentos da Igreja Católica

Credo Católico
Credo da Igreja Católica

Compêndio do catecismo externo e interno

A Hierarquia dos Anjos
segundo Dionísio e São Tomás de Aquino.

Didaqué, um catecismo do século I, a instrução dos 12 apóstolos.

Ver também catecismo e Igreja Católica na Wikipédia.

Ver artigo de Dom Estêvão Bettencourt: "O Catecismo da Igreja Católica".

Ver catecismo completo de 1992 no navegador (versão html).


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Imagem de Maria Santíssima PESQUISAR NOS ARTIGOS
Expressões mais frequentes encontradas no catecismo da Igreja.
"Estudando o 'Catecismo da Igreja Católica', pode-se captar a maravilhosa unidade do mistério de Deus, do seu desígnio de salvação, bem como a centralidade de Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, enviado pelo Pai, feito homem no seio da Santíssima Virgem Maria por obra do Espírito Santo, para ser o nosso Salvador.
Morto e ressuscitado, Ele está sempre presente na sua Igreja, particularmente nos sacramentos; ele é a fonte da fé, o modelo do agir cristão e o Mestre da nossa oração."
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Agradeçamos a Deus de quem procede toda boa dádiva; queira Ele abençoar todo o trabalho realizado visando tão somente a sua glória.

O Universo, por si só, exige a existência de um ser superior que foi capaz de fazer dele uma realidade. Se não há um Deus Criador, então, fica difícil, senão impossível, explicar a existência da vida. [Leibnitz]

1Cor 11,27: "Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor."

Ora, como alguém pode comer sua própria condenação, se fosse apenas pão?

S. Paulo é taxativo:

1Cor 11,29: "Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação."

Só Vós, Senhor!


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