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Catecismo Católico completo do Vaticano

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  Catecismo Da Igreja Católica
   Quarta Parte - A Oração Cristã
    Primeira Seção - A Oração Na Vida Cristã
     Capítulo Terceiro - A Vida De Oração
      Artigo 2 - O Combate Da Oração
       V. A Oração Da Hora De Jesus

5.50 [2750] É entrando no santo nome do Senhor Jesus que podemos acolher, desde dentro, a oração que Ele nos ensina: « pai nosso! ». A sua oração sacerdotal inspira, a partir de dentro, as grandes petições do Pai-nosso: a preocupação com o nome do Pai (41), a paixão pelo seu Reino (a glória) (42), o cumprimento da vontade do Pai, do seu desígnio de salvação (43) e a libertação do mal (44)

  Catecismo Da Igreja Católica
   Quarta Parte - A Oração Cristã
    Segunda Seção - A Oração Do Senhor: « Pai Nosso »
     Artigo 2 - « Pai Nosso, Que Estais Nos Céus »
      Iii. Pai « Nosso »

4.85 [2789] Rezando ao « nosso » Pai, é ao Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que nós nos dirigimos pessoalmente. Não dividimos a divindade, pois que o Pai é a sua « fonte e origem », mas confessamos desse modo que o Filho é por Ele gerado eternamente e que d'Ele procede o Espírito Santo. Também não confundimos as Pessoas, pois confessamos que a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo no seu único Espírito Santo. A Santíssima Trindade é consubstancial e indivisível. Quando rezamos ao Pai, adoramo-Lo e glorificamo-Lo com o Filho e o Espírito Santo.

  Catecismo Da Igreja Católica
   Quarta Parte - A Oração Cristã
    Segunda Seção - A Oração Do Senhor: « Pai Nosso »
     Artigo 3 - As Sete Petições
      Resumo

4.84 [2857] No « Pai-nosso », as três primeiras petições têm por objeto a glória do Pai: a santificação do Nome, a vinda do Reino e o cumprimento da divina vontade. As outras quatro petições apresentam-Lhe os nossos desejos: pedidos concernentes à nossa vida para a alimentar ou para a curar do pecado, ou relativos ao nosso combate para a vitória do Bem sobre o Mal.

  Catecismo Da Igreja Católica
   Quarta Parte - A Oração Cristã
    Segunda Seção - A Oração Do Senhor: « Pai Nosso »
     Artigo 2 - « Pai Nosso, Que Estais Nos Céus »
      Ii. « Pai! »

4.68 [2779] Antes de fazermos nosso este primeiro impulso da oração do Senhor, convém purificar humildemente o nosso coração de certas falsas imagens « deste mundo ». A humildade faz-nos reconhecer que « ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho Se dignar revelá-Lo », quer dizer « os pequeninos » (Mt 11,25-27). A purificação do coração refere-se às imagens paternas ou maternas provenientes da nossa história pessoal e cultural, que influenciam o nosso relacionamento com Deus. É que Deus, nosso Pai, transcende as categorias do mundo criado. Transpor para Ele ou contra Ele, as nossas ideias neste domínio, seria fabricar ídolos, a adorar ou a derrubar. Orar ao Pai é entrar no seu mistério, tal como Ele é e tal como o Filho no-Lo revelou: « A expressão Deus Pai nunca tinha sido revelada a ninguém. Quando o próprio Moisés perguntou a Deus quem era, ouviu um nome diferente. A nós, este nome foi revelado no Filho; porque este nome (de Filho) implica o nome de Pai » (23)

  Catecismo Da Igreja Católica
   Primeira Parte - A Profissão Da Fé
    Segunda Seção - A Profissão Da Fé Cristã
     Capítulo Segundo - Creio Em Jesus Cristo, Filho único De Deus
      Artigo 1 - « E Em Jesus Cristo, Seu único Filho, Nosso Senhor »
       Iii. Filho único De Deus

4.61 [443] Se Pedro pôde reconhecer o carácter transcendente da filiação divina de Jesus-Messias, foi porque Este lha deixou perceber nitidamente. Diante do Sinédrio, à pergunta dos seus acusadores: « Então, tu és o Filho de Deus? » Jesus respondeu: « É como dizeis, sou » (Lc 22,70) (55). Já muito antes, Ele Se designara como « o Filho » que conhece o Pai (56), diferente dos « servos » que Deus anteriormente enviara ao seu povo (57), superior aos próprios anjos (58). Ele distinguiu a sua filiação da dos Seus discípulos, nunca dizendo « pai nosso » (59), a não ser para lhes ordenar: « vós, quando rezardes, dizei assim: pai nosso » (Mt 6,9); e sublinhou esta distinção: « o meu Pai e vosso Pai » (Jo 20,17)

  Catecismo Da Igreja Católica
   Quarta Parte - A Oração Cristã
    Segunda Seção - A Oração Do Senhor: « Pai Nosso »
     Artigo 2 - « Pai Nosso, Que Estais Nos Céus »
      Iii. Pai « Nosso »

4.60 [2786] Pai « nosso » refere-se a Deus. Pela nossa parte, o adjetivo « nosso » não exprime uma posse, mas sim uma relação totalmente nova com Deus.

  Catecismo Da Igreja Católica
   Quarta Parte - A Oração Cristã
    Segunda Seção - A Oração Do Senhor: « Pai Nosso »
     Artigo 2 - « Pai Nosso, Que Estais Nos Céus »
      Ii. « Pai! »

4.57 [2784] Este dom gratuito da adopção exige da nossa parte uma conversão contínua e uma vida nova. Orar ao nosso Pai deve desenvolver em nós duas disposições fundamentais: O desejo e a vontade de nos parecermos com Ele. Criados à sua imagem, é pela graça que a semelhança nos é restituída e a ela devemos corresponder. « Devemos lembrar-nos de que, quando chamamos a Deus « pai nosso », temos de nos comportar como filhos de Deus » (31). « Vós não podeis chamar vosso Pai ao Deus de toda a bondade se conservardes um coração cruel e desumano; porque, nesse caso, já não tendes a marca da bondade do Pai celeste » (32). « Devemos contemplar incessantemente a beleza do Pai e impregnar dela a nossa alma » (33)

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   Quarta Parte - A Oração Cristã
    Segunda Seção - A Oração Do Senhor: « Pai Nosso »
     Artigo 2 - « Pai Nosso, Que Estais Nos Céus »
      Iii. Pai « Nosso »

4.56 [2793] Os baptizados não podem dizer Pai « nosso », sem levar até junto d'Ele todos aqueles por quem Ele deu o seu Filho bem-amado. O amor de Deus é sem fronteiras; a nossa oração deve sê-lo também (42). Rezar Pai « nosso » abre-nos às dimensões do seu amor manifestado em Cristo: orar com e por todos os homens que ainda O não conhecem, para que sejam « reunidos na unidade » (43)

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   Quarta Parte - A Oração Cristã
    Segunda Seção - A Oração Do Senhor: « Pai Nosso »
     Artigo 2 - « Pai Nosso, Que Estais Nos Céus »
      Ii. « Pai! »

4.56 [2783] Deste modo, pela oração do Senhor, nós somos revelados a nós próprios, ao mesmo tempo que nos é revelado o Pai (29): « Ó homem, tu não ousavas levantar o teu rosto para o céu, baixavas os teus olhos para a terra, e de repente recebeste a graça de Cristo: todos os pecados te foram perdoados, de mau servo tornaste-te bom filho [...]. Portanto, ergue os olhos para o Pai que te resgatou pelo seu Filho e diz: pai nosso [...]. Mas não reivindiques para ti algo de especial. Só de Cristo é que Ele é Pai de modo especial, de todos nós é Pai em comum; porque só a Ele gerou, ao passo que a nós, criou-nos. Portanto, por graça, diz também tu "pai nosso", para mereceres ser filho » (30)

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   Quarta Parte - A Oração Cristã
    Segunda Seção - A Oração Do Senhor: « Pai Nosso »
     Artigo 2 - « Pai Nosso, Que Estais Nos Céus »
      Iii. Pai « Nosso »

4.47 [2790] Gramaticalmente, « nosso » qualifica uma realidade comum a vários. Há um só Deus, que é reconhecido como Pai por aqueles que, pela fé no seu Filho Único, renasceram d'Ele pela água e pelo Espírito (38). A Igreja é esta nova comunhão de Deus com os homens; unida ao Filho Único, que se tornou o « primogénito de muitos irmãos » (Rm 8,29), ela está em comunhão com um só e mesmo Pai, num só e mesmo Espírito Santo (39). Ao rezar Pai « nosso », cada baptizado reza nesta comunhão: « A multidão dos que haviam abraçado a fé tinha um só coração e uma só alma » (At 4,32)


Vaticano A Igreja, que é "a coluna e sustentáculo da verdade" (1Tm 3,15), guarda fielmente a fé uma vez por todas confiada aos santos (Cf. Jd 1,3). É ela que conserva a memória das Palavras de Cristo, é ela que transmite de geração em geração a confissão de fé dos apóstolos. Como uma mãe que ensina seus filhos a falar e, com isso, a compreender e a comunicar, a Igreja, nossa Mãe, nos ensina a linguagem da fé para introduzir-nos na compreensão e na vida da fé. (Catecismo da Igreja Católica)

Ver artigo A Igreja e a Bíblia do Pe. Arnold Damen.



Ver todas as aulas de catecismo do padre Paulo Ricardo.

Ver aulas de catecismo do prof. Carlos Ramalhete.

Catecismo popular do Papa São Pio X, publicado em 1905, elaborado com 1000 perguntas e respostas.


Download do catecismo completo de 1992 da Igreja Católica em PDF.
Download do compêndio do catecismo de 1992 em PDF com perguntas e respostas.
Download do catecismo ilustrado de 1910 em PDF.

João Paulo II
Fidei Depositum

Os Dez Mandamentos
Os 10 mandamentos da Igreja Católica

Credo Católico
Credo da Igreja Católica

Compêndio do catecismo externo e interno

A Hierarquia dos Anjos
segundo Dionísio e São Tomás de Aquino.

Didaqué, um catecismo do século I, a instrução dos 12 apóstolos.

Ver também catecismo e Igreja Católica na Wikipédia.

Ver artigo de Dom Estêvão Bettencourt: "O Catecismo da Igreja Católica".

Ver catecismo completo de 1992 no navegador (versão html).


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Imagem de Maria Santíssima PESQUISAR NOS ARTIGOS
Expressões mais frequentes encontradas no catecismo da Igreja.
"Estudando o 'Catecismo da Igreja Católica', pode-se captar a maravilhosa unidade do mistério de Deus, do seu desígnio de salvação, bem como a centralidade de Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, enviado pelo Pai, feito homem no seio da Santíssima Virgem Maria por obra do Espírito Santo, para ser o nosso Salvador.
Morto e ressuscitado, Ele está sempre presente na sua Igreja, particularmente nos sacramentos; ele é a fonte da fé, o modelo do agir cristão e o Mestre da nossa oração."
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Agradeçamos a Deus de quem procede toda boa dádiva; queira Ele abençoar todo o trabalho realizado visando tão somente a sua glória.

Estai sempre prontos para dar uma explicação para quem pedir a razão de vossa esperança. (1Pd, 3,15) [São Pedro]

1Cor 11,27: "Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor."

Ora, como alguém pode comer sua própria condenação, se fosse apenas pão?

S. Paulo é taxativo:

1Cor 11,29: "Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação."

Só Vós, Senhor!


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