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Surpresas científicas

O Rosto da Imagem. – Mais uma análise foi realizada pelo mexicano Rodrigo Franyutti, perito fotográfico (e professor de Filosofia). Ele, com seus colaboradores, provou e mostrou que os retoques no rosto e cabelos foram feitos entre 1926 e 1929. A afirmação baseia-se em fotografias oficiais ampliadas, anteriores e posteriores a essa data.

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Rosto atual da Virgem Guadalupana

Foi assim. Em 18 de maio de 1923, o fotógrafo Manuel Ramos conseguiu uma série de fotos de grande qualidade. Em 1926, os católicos do México sofreram uma dura perseguição do governo. Temendo pelo poncho de Juan Diego, os responsáveis substituíram-no por uma cópia.

Em junho de 1929, a verdadeira Imagem foi reconduzida a seu lugar na Basílica, perante escrivão e testemunhas. Quando tudo se normalizou, a Igreja local determinou que se fizessem novas fotografias oficiais, o que foi providenciado no começo de 1930. Elas são as divulgações da Imagem de Guadalupe que conhecemos hoje.
Rodrigo Franyutti comparou as duas séries de fotografias e notou grandes diferenças entre elas. Na série de 1923, o rosto era limpo e luminoso; na de 1930 aparecia retocado e escurecido. Entre outros motivos, sem dúvida os índios pretenderam fazê-la ainda mais parecida, do que já era, às mestiças.

Com os retoques, o rosto tornou-se “áspero na textura e desigual no acabamento”. Escureceram seus cabelos, que hoje dão a impressão de algo duro e pouco natural. Aparece uma como papada que o envelheceu, e uma chapinha vermelha na bochecha esquerda, que lhe provocou um aspeto de inchaço.

Nos olhos, acrescentaram sombras nas partes inferiores, dando a impressão de estarem desorbitados. 

Cobriram o belíssimo perfil original do nariz com uma linha de pintura que o encompridou bruscamente. 

Pintaram-lhe os lábios de vermelho, tornando-os largos e toscos, desproporcionais ao resto do rosto. 

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Rosto da Imagem da Virgem Guadalupana em fotografia tirada em 1923. Observem-se, por exemplo, os cabelos diferenciados entre si.

Quão diferente é o rosto original! Para se pintar um rosto como aquele das fotos de 1923, “seria preciso utilizar pelo menos duas cores: a que desse luz e a que desse sombra. Mas no rosto da Virgem (na Imagem original) não há um só traço de pintura que seja a causa da sua luminosidade e da sua tridimensionalidade. O rosto inteiro está cheio de uma mesma luz, que o ilumina com a mesma intensidade. Por mais que queira, nenhum pintor consegue fazer isto. Não existe cor –por mais brilhante que se pense– que por si mesma consiga dar simultaneamente os efeitos de tridimensionalidade e luminosidade”.

Nos olhos, acrescentaram sombras nas partes inferiores, dando a impressão de estarem desorbitados. 

Cobriram o belíssimo perfil original do nariz com uma linha de pintura que o encompridou bruscamente. 

Pintaram-lhe os lábios de vermelho, tornando-os largos e toscos, desproporcionais ao resto do rosto. 

Quão diferente é o rosto original! Para se pintar um rosto como aquele das fotos de 1923, “seria preciso utilizar pelo menos duas cores: a que desse luz e a que desse sombra. Mas no rosto da Virgem (na Imagem original) não há um só traço de pintura que seja a causa da sua luminosidade e da sua tridimensionalidade. O rosto inteiro está cheio de uma mesma luz, que o ilumina com a mesma intensidade. 

Por mais que queira, nenhum pintor consegue fazer isto. Não existe cor –por mais brilhante que se pense– que por si mesma consiga dar simultaneamente os efeitos de tridimensionalidade e luminosidade”.

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A Imagem de Na. Sra. de Guadalupe na proteção moderna

Mas antes não era assim. A Imagem de Guadalupe teve que suportar a umidade salitrosa. Na época, a Cidade do México era rodeada de lagos insalubres, de umidade corrosiva, “que comia as pedras e os metais”. Não só as madeiras, mas inclusive o bronze, a prata, o ouro não resistiam a mais de um século. E a Imagem estava praticamente sobre o lago Texcoco. 

Em 26 de dezembro de 1531, foi levada em procissão da Cidade do México a uma ermida dos índios. 

Em 1629, voltou de canoa à capital, após uma grande inundação. Bastantes dos acréscimos e retoques mostram evidentemente que foram feitos para reparar os estragos que a inundação e outros percalços superpuseram sobre a Imagem. O original, porém, nada sofreu. Também não sofreu os efeitos dos insetos, dos microorganismos, etc.

Nos primeiros 116 anos, era levada de um lado para outro sem nenhuma proteção. Foi repetidas vezes levada a diferentes templos provisórios.

Por fim, em 14 de maio de 1634 retornou, em procissão, ao Tepeyac definitivamente. 
Esteve exposta diretamente a todos e a tudo, durante 116 anos! Como garantiam os cientistas: “A contínua esfregação de mãos, lábios e dos mais diversos objetos (estampas, medalhas, terços, estátuas...) que externava a piedade do povo, deveriam haver-La prejudicado imensamente. Numa oportunidade se contaram mais de setecentas espadas de espanhóis tocando a sagrada tilma”.

Só em 1647 é que foi protegida por dois vidros a prova de bala, trazidos da Espanha. Foram substituídos em 1766 pelo atual vidro inteiriço. 

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Desenho representando México em 1519, circundado pelo lago Tezcoco.

Nem com água régia! – Em 1791 apareceu uma mancha na tilma. O químico Carlos Maria Bustamante analisou a mancha... Quando alguém limpava a moldura, caíra –segundo opinam alguns– ou por atentado intencional –segundo a maioria – fora lançado contra a tilma um vidro de água régia para corroer metais, na proporção de 50% de ácido nítrico e 50% de ácido clorídrico. Admiravelmente caiu sobre a tilma, só no canto superior direito e umas gotas no canto inferior esquerdo. Segundo os especialistas, a solução deveria ter destruído o tecido, mas na realidade apareceu na camada mais superficial do ayate apenas uma mancha amarelada, de uns dois decímetros de largura na parte mais alta e que vai se estreitando sem atingir a Imagem., como também sem atingir a imagem as gotas embaixo à esquerda. “Está sumindo com o tempo”, e a poucos metros de distância já não se nota. 

Atentado. – Em 14 de novembro de 1921, o pedreiro Luciano Pérez, anarquista espanhol, depositou um arranjo de flores sobre o altar, diante da Imagem. O povo admirou a piedade... Mas às 3 horas da noite, violentíssima explosão. As flores escondiam uma carga de dinamite.

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Ermida dos índios, bem longe da Basílica de Guadalupe.

A violenta explosão destruiu o altar de mármore, todos os vasos e castiçais, os vidros da basílica e de prédios vizinhos. Um pesado Crucifixo de bronze, que estava diante da Imagem, conserva-se exposto: quebrado e entortado. Mas a tilma com a Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe nada sofreu!

Os olhos estão “vivos”!

A Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe ia completar quatro séculos, quando Alfonso Marcué González, fotógrafo oficial da Basílica, ao rever alguns negativos fotográficos, descobriu uma figura humana nos olhos Dela. Mais precisamente, uma figura de meio corpo de um homem em atitude pensativa, segurando a barba com a mão direita. 

Era o ano 1929 e, por causa da perseguição que acabara de sofrer, a Igreja do México achou melhor não publicar a descoberta.

Em 29 de maio de 1951, o desenhista e fotógrafo José Carlos Salinas Chaves redescobriu “o homem com a mão na barba”. O Arcebispo Dom Luis Maria Martinez nomeou uma comissão de especialistas para verificar a descoberta. 

Não havia a menor dúvida. Com uma ampliação de 10 vezes é apenas perceptível. Mas é claríssima com ampliações superiores a 25 vezes. A descoberta foi levada a público pela primeira vez em 1955, numa emissão radiofônica.

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A mancha deixada pela água regia

Sensacional descoberta. – A Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, que parecia tão contemplativa, ia assustar os maiores oftalmologistas que tiveram o privilégio de estudar Seus olhos. 

O primeiro deles foi Javier Torroella Bueno, chefe da Clínica de Propedêutica na Escola Nacional de Medicina (1949-1952) e da Cátedra de Oftalmologia (1953-1960), na Universidade Nacional Autônoma do México. Trabalhou com o eminente oftalmólogo e cirurgião Rafael Torija Lavoignet. 

Foi o Dr. Lavoignet em julho de 1956, após oito meses consecutivos de trabalhos, quem descobriu na tilma, nos olhos da Virgem de Guadalupe, o fenômeno ótico da “tripla imagem de Purkinje-Samson”.


A “tripla imagem de Purkinje-Samson” leva o nome de seus descobridores, o polonês Purkinje e o francês Samson que, separadamente, constataram que no olho humano formam-se três reflexos que estão vendo: um reflexo na superfície da córnea; outro, em um plano mais profundo, na superfície anterior do cristalino; e o terceiro que se apresenta invertido, na superfície posterior do cristalino.

Com uma lupa, ele viu nos dois olhos da Imagem de Guadalupe a figura do “homem com a mão na barba”. E com oftalmoscópio, jogando luz sobre o olho direito, viu os três reflexos correspondentes à lei ótica da “tripla imagem”.

Numa tela plana e grosseira como a tilma, seria impossível produzir esses reflexos, garantiam os médicos e os pintores. E como é que um pintor do século XVI reproduziria a “tripla imagem”, descoberta apenas no final do século XIX? 

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Foto antiga e contemporânea do “Relicário” onde se conserva o Crucifixo, que no atentado quebrou sobre a base e todo o resto está dobrado.


Os dois especialistas mexicanos fizeram seus relatórios e depois uma análise conjunta dos olhos, da qual resultou um documento firmado em 10 de maio de 1957: A tripla “imagem acha-se na córnea de ambos os olhos (...) E de acordo com as leis da ótica, já que se encontra na parte interna do Íris do olho direito e na parte externa do Íris no olho esquerdo”.
Choveram os cientistas internacionais para examinar também os olhos da Imagem na tilma. Para analisar os olhos, é claro, foi retirado o cristal que protege sempre a Imagem. 

Os cientistas, como diziam, deixaram sua fé na porta da Basílica (Inclusive um dos oftalmologistas declarara-se, antes, ateu convicto). Mesmo assim não podiam conter a emoção quando ficavam analisando a tripla imagem, nos locais exatos, em relevo, em cores... Os sábios perguntavam a si mesmos Quem teria conseguido pintar tal perfeição anatômica e microscópica...

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“O homem com a mão na barba”

Havia uma constante nos depoimentos deles: quando para observar o misterioso personagem (do “Homem com a mão na barba”) eram utilizados aparelhos ópticos, os olhos da Imagem refletiam a luz como se fossem um espelho. Mais ainda: ganhavam brilho e profundidade como se fossem vivos! O que observaram não pode ser feito em pinturas ou em fotografias, nem mesmo em olhos humanos que não estejam vivos!

Ao Dr. Enrique Graue, um dos especialistas mais competentes da América, toda essa história parecia insustentável. Foi... para refutar. Mas logo, de início, ficou estarrecido ao verificar a conservação, após quatrocentos e cinqüenta anos, da tilma e da Imagem. 
E comprovou mais uma vez que a figura humana nos olhos Dela aparece perfeitamente enfocada no olho direito e desfocada no esquerdo, fato normal para as leis da ótica, se o olho esquerdo estivesse um pouquinho atrás do direito, em relação ao que observava. Confirmou também a “tripla imagem” e a luminosidade das pupilas. Pareciam realmente as de uma pessoa viva. 

Um dia, absorto no exame que fazia com o oftalmoscópio, diante dos seus colaboradores, pediu: “Senhora, por favor, olhe um pouco para acima”. Deslize bem curioso e muito significativo. 

Todos os cientistas citados, e outros especialistas como o Dr. Ugalde, Dr. Palácios etc., confirmaram tudo com outros estudos e relatórios mais extensos e detalhados.

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Imagem de Purkinje-Sanson


E surgem mais surpresas. – Descobrem estarrecidos circulação arterial nas pálpebras da Imagem!

E mais ainda: a Imagem, no rosto e nas mãos, conserva a temperatura de um corpo vivo. Tanto no inverno como no verão, a temperatura se mantém entre 36,6 e 37 graus!
Por tantos argumentos todos os que pesquisaram a Sagrada Imagem, e a Parapsicologia, concluem pelo milagre, ou série de milagres, fenômenos SN (Supra-Normais).

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Agradecemos ao CLAP - O maior portal de Parapsicologia da América Latina por este material.