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 Papa Francisco

Cristo está no centro da Igreja, não o Papa. Cristo guia a Igreja.
A Igreja precisa de zelo apostólico, não de cristãos de salão.
O problema não é ser pecador, mas é não arrepender-se do pecado, não ter vergonha daquilo que fazemos.
Quando caminhamos sem a cruz, edificamos sem a Cruz ou confessamos um Cristo sem Cruz, não somos discípulos do Senhor: somos mundanos, somos bispos, padres, cardeais, papas, mas não discípulos do Senhor.
A santidade é a coisa mais bonita da Igreja.
Não devemos ter medo de bondade e ternura.
É de Maria que se aprende o verdadeiro discipulado.
Sejam mais indulgentes e misericordiosos, e não tão rápidos em condenar as falhas dos outros. Um pouco de misericórdia torna o mundo menos frio e mais justo.
Deixem que Cristo e Sua palavra entrem em suas vidas e germinem. Deus faz tudo, mas vocês têm que permitir.
Evangelizar significa testemunhar pessoalmente o amor de Deus, significa superar os nossos egoísmos, significa servir, inclinando-nos para lavar os pés dos nossos irmãos, tal como fez Jesus.
Um pouco de misericórdia faz o mundo menos frio e mais justo.
Jesus, quando fala de amor, fala de coisas concretas: dar de comer aos que têm fome, visitar os doentes e tantas outras coisas concretas. Quando não existe essa concretude, se vive em um cristianismo de ilusão.
O amor cristão não é igual ao das novelas.
Deve-se é amar com ações, e não com as palavras. As palavras são levadas pelo vento! Hoje estão, amanhã não estão. Deve-se perceber que é mais importante dar do que receber. Quem ama dá coisas, dá a vida, dá a si mesmo a Deus e aos outros. Ao contrário, quem não ama, quem é egoísta, sempre procura receber, sempre busca ter coisas, levar vantagem.
O cristão sabe que sempre haverá sofrimento, mas que também pode dar sentido a ele, pode convertê-lo em ato de amor.