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E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO (17-02-2013)

Primeira Leitura:
PENTATEUCO: Livro do Deuteronômio (Dt), capítulo 26
(4) O sacerdote, recebendo o cesto de tua mão depô-lo-á diante. do altar do Senhor, teu Deus. (5) Dirás então em presença do Senhor, teu Deus: meu pai era um arameu prestes a morrer, que desceu ao Egito com um punhado de gente para ali viverem como forasteiros, mas tornaram-se ali um povo grande, forte e numeroso. (6) Os egípcios afligiram-nos e oprimiram-nos, impondo-nos uma penosa servidão. (7) Clamamos então ao Senhor, o Deus de nossos pais, e ele ouviu nosso clamor, e viu nossa aflição, nossa miséria e nossa angústia. O Senhor tirou-nos do Egito com sua mão poderosa e o vigor de seu braço, (8) operando prodígios e portentosos milagres. (9) Conduziu-nos a esta região e deu-nos esta terra que mana leite mel. (10) Por isso trago agora as primícias dos frutos do solo que me destes, ó Senhor. Dito isto, deporás o cesto diante do Senhor, teu Deus, prostrando-te em sua presença.

Segunda Leitura:
EPÍSTOLAS DE SÃO PAULO: Epístola de São Paulo aos Romanos (Rm), capítulo 10
(8) Que diz ela, afinal? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração (Dt 30,14). Essa é a palavra da fé, que pregamos. (9) Portanto, se com tua boca confessares que Jesus é o Senhor, e se em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. (10) É crendo de coração que se obtém a justiça, e é professando com palavras que se chega à salvação. (11) A Escritura diz: Todo o que nele crer não será confundido (Is 28,16). (12) Pois não há distinção entre judeu e grego, porque todos têm um mesmo Senhor, rico para com todos os que o invocam, (13) porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Jl 3,5).
EVANGELHOS: Evangelho segundo São Lucas (Lc), capítulo 4
(1) Cheio do Espírito Santo, voltou Jesus do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto,
(2) onde foi tentado pelo demônio durante quarenta dias. Durante este tempo ele nada comeu e, terminados estes dias, teve fome.
(3) Disse-lhe então o demônio: Se és o Filho de Deus, ordena a esta pedra que se torne pão.
(4) Jesus respondeu: Está escrito: Não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra de Deus (Dt 8,3).
(5) O demônio levou-o em seguida a um alto monte e mostrou-lhe num só momento todos os reinos da terra,
(6) e disse-lhe: Dar-te-ei todo este poder e a glória desses reinos, porque me foram dados, e dou-os a quem quero.
(7) Portanto, se te prostrares diante de mim, tudo será teu.
(8) Jesus disse-lhe: Está escrito: Adorarás o Senhor teu Deus, e a ele só servirás (Dt 6,13).
(9) O demônio levou-o ainda a Jerusalém, ao ponto mais alto do templo, e disse-lhe: Se és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo,
(10) porque está escrito: Ordenou aos seus anjos a teu respeito que te guardassem.
(11) E que te sustivessem em suas mãos, para não ferires o teu pé nalguma pedra (Sl 90,11s.).
(12) Jesus disse: Foi dito: Não tentarás o Senhor teu Deus (Dt 6,16).
(13) Depois de tê-lo assim tentado de todos os modos, o demônio apartou-se dele até outra ocasião.
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Canção Nova: Homilia

E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO

76. — Há pecadores que desejam obter o perdão de seus pecados; confessam-se e fazem penitência, mas não se aplicam como devem, para não recaírem no pecado. São inconseqüentes consigo mesmos, pois choram e se arrependem de seus pecados, para em seguida caírem novamente nos mesmos pecados e assim acumularem motivo para lágrimas futuras. A propósito disto, diz o Senhor em Isaias: (1, 16) Lavai-vos, purificai-vos, tirai de diante de meus olhos a malignidade de vossos pensamentos: deixai de fazer o mal.

É por isso que Cristo, como dissemos, nos ensina, no pedido anterior, a implorar o perdão de nossos pecados e neste, a graça de evitar o pecado dizendo: e não nos deixeis cair em tentação, pois é verdadeiramente a tentação que nos induz ao pecado.

77. — Neste pedido três questões atraem nossa atenção:

a) Que é a tentação?
b) Como e por quem o homem é tentado?
c) Como se livra da tentação?

78. — a) Que é a tentação?

Tentar não quer dizer mais do que: por à prova. Assim, tentar o homem, é por à prova sua virtude. A tentação pode ser de duas maneiras, segundo as exigências da virtude humana. Uma, quanto à perfeição da obra e outra, que o homem se guarde de todo o mal. É o que diz o Salmista: (Sl 33, 15) Evita o mal e faze o bem.

A virtude do homem será pois provação, tanto do ponto de vista da excelência de se agir, quanto do seu afastamento do mal.

79. — Se sois provados para saber, se estais prontos para praticar o bem, como, por exemplo, jejuar, e estais efetivamente prontos para o bem, grande é a vossa virtude.

Deste modo Deus prova o homem, não porque Ele não conhece sua virtude, mas para que assim todos a fiquem conhecendo e o tenham como exemplo. Deste modo Deus tentou Abraão (Gn 22) e Jó. Por isso Deus envia tribulações aos justos; se suportam com paciência, sua virtude é manifesta e progridem na virtude. O Senhor vosso Deus vos tenta, para se fazer manifesto se o amais ou não, dizia Moisés aos Hebreus (Dt 13, 3). Portanto Deus tenta o homem, provocando-o a fazer o bem.

80. — O segundo modo de tentar a virtude do homem é incitá-lo ao mal. E se o homem resiste fortemente e não consente, sua virtude é grande, mas se ele não resiste, onde está sua virtude?

Deus nunca tenta o homem deste modo, pois nos diz São Tiago: (1, 13): Ninguém, quando é tentado, diga que Deus é que o tenta, pois Ele é incapaz de tentar para o mal. Mas quem tenta o homem é a própria carne, o diabo e o mundo.

81. — b) Como e por quem é o homem tentado?

A carne tenta o homem de dois modos. Primeiro, instigando o homem para o mal, pela procura dos gozos carnais, que são sempre ocasião de pecado. Quem permanece nos gozos carnais, negligencia as coisas espirituais. Diz-nos São Tiago: Cada um é tentado por sua própria concupiscência que o arrasta e seduz (Tg 1, 14).

Em segundo lugar, a carne nos tenta, desviando-nos do bem. Pois o espírito, por si mesmo, se deleita sempre com os bens espirituais; mas o peso da carne entrava o espírito. O corpo que se corrompe faz pesada a alma, diz o Livro da Sabedoria (9, 15) e São Paulo escreve aos romanos (7, 22): Pois me deleito na lei de Deus, segundo o homem interior; sinto, porém, nos meus membros outra lei, que repugna à lei de meu espírito e que me prende à lei do pecado, que está em meus membros.

Esta tentação da carne é muito forte porque a carne, nossa inimiga, está ligada a nós. E como disse Boécio: «Nenhuma peste é tão nociva, quanto um inimigo familiar». Por isto é preciso estar vigilante contra a carne. Vigiai e orai, para não cairdes em tentação. (Mt 26,41).

82. — Ora, uma vez a carne dominada, outro inimigo aparece, o diabo, contra quem é enorme nossa luta. Diz-nos São Paulo: (Ef 6, 12) — não temos que lutar contra a carne e o sangue apenas, mas sim contra os principados e potestades, contra os dominadores do mundo das trevas, contra os espíritos de malícia, espalhados pelos ares. Donde é o diabo expressamente chamado o tentador, como nos mostra São Paulo: (1 Ts 3,5): Não vos haja tentado aquele que tenta.

O diabo age astutamente nas tentações. Assim como um general de exército, que sitia uma fortaleza, considera os pontos fracos que quer atacar, o diabo considera onde o homem é mais fraco para aí tentá-lo. E por isso tenta-o nos vícios a que o homem, subjugado pela carne, é mais inclinado, como o vício da ira, da soberba e outros vícios espirituais. Vosso adversário, o demônio, como um leão a rugir anda ao redor de vós, procurando a quem devorar, diz-nos São Pedro. (1 Pd 5, 8).

83. — O demônio usa de suas táticas em suas tentações. No primeiro momento declaradamente mau, mas alguma coisa que ainda tenha a aparência de um bem. Assim, de início, desvia ligeiramente o homem de sua orientação geral interior, o suficiente para, em seguida, levá-lo facilmente a pecar. Sobre isto escreve o Apóstolo aos Coríntios: (2Cor 11, 14): O próprio Satanás se transfigura em anjo da luz.

Depois de ter induzido o homem ao pecado, prende-o para não permitir que ele se liberte de suas faltas.

Assim o demônio faz duas coisas: engana o homem e o conserva enganado em seu pecado.

84. — O mundo por sua vez nos tenta de duas maneiras. Em primeiro lugar, por um desejo desmesurado das coisas temporais. A cupidez é raiz de todos os males, diz o Apóstolo (Tm 6, 10).

Em segundo lugar, o mundo nos incita ao mal por medo das perseguições e dos tiranos. Estamos envolvidos pelas trevas (Jo 37, 19) Pois todos os que quiserem viver piamente em Cristo Jesus sofrerão perseguição, escreve São Paulo (2 Tm 3, 12). E o Senhor recomenda a seus discípulos: (Mt 10, 20) Não temais os que matam o corpo.

85. — c) Até aqui mostramos o que é a tentação e como o homem é tentado. Vejamos agora como o homem se livra da tentação.

Sobre isso é preciso notar que Cristo nos ensinou não a pedirmos para não sermos tentados, mas para não cairmos em tentação. Com efeito, é vencendo a tentação que o homem merece a coroa da glória.(cf. 1 Cor 9,25); (Pd 5, 4) É por isso que São Tiago (1, 2) declara: Meus irmãos, tende em conta da maior alegria o passardes por diversas tentações. E o Eclesiástico nos adverte: (2, 1): Filho, quando entrares no serviço de Deus... prepara tua alma para a tentação. Diz ainda São Tiago (1, 12) Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque depois de ser provado, receberá a coroa da vida. Assim Jesus nos ensina a pedir ao Pai para não cairmos em tentação, dando a esta nosso consentimento. Diz-nos São Paulo: (1 Cor 10, 13) Não vos sobreveio nenhuma tentação, que não seja humana. Ser tentado é humano, mas consentir é ter parte com o diabo.

86. — Poderão objetar: uma vez que o Cristo disse explicitamente: Não nos induzi em tentação, isto é, não nos façais cair em tentação, não se deve deduzir daí, que é o próprio Deus, mais do que o diabo, que nos empurra ativamente para o mal?

Respondo assim:

É pelo fato de permitir o mal e não levantar contra ele obstáculo que Deus, por assim dizer, leva o homem a praticar o mal. Assim Deus será dito induzir o homem em tentação, quando retira dele sua graça, por causa dos inúmeros pecados anteriores deste homem; o que terá por efeito fazer o homem cair em novo e pior pecado. Para ser preservado desse mal, o Salmista pede a Deus em sua prece: (Sl 70, 90): Quando minhas forças faltarem, não me desampares.

Por outro lado, graças ao fervor da caridade, dado por Deus, o homem é ajudado de tal modo que não é induzido em tentação no sentido acima (n° 82, 83). A caridade, por menor que seja, resiste a qualquer pecado. As muitas águas não puderam extinguir a caridade, diz o Cântico dos Cânticos (8, 7).

Assim como Deus nos dirige pela luz da inteligência, também pela inteligência nos mostra as obras que devemos realizar. Segundo Aristóteles, todo pecador é um ignorante. Diz o Senhor (Sl 31, 8): Inteligência te darei e te instruirei neste caminho. E Davi pede esta luz, para bem agir (Sl 12, 4-5): Ilumina meus olhos, para que eu não durma jamais na morte. Para que o meu inimigo não venha a dizer: Eu prevaleci contra ele.

87. — Esta luz nos vem pelo Dom da Inteligência.

Se recusamos nosso consentimento à tentação, guardamos a pureza de coração santificada por Jesus: (Mt 5, 8): Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus; e nós chegaremos à visão de Deus.

Que Deus a ela nos conduza efetivamente.

Padre Paulo Ricardo


Neste início de Quaresma, a liturgia faz-nos pensar na Páscoa. Isto porque o tempo quaresmal não é um fim em si mesmo, mas é caminho de luta e combate espiritual para bem celebrarmos, com o coração dilatado, a Páscoa do Senhor, maior de todas as festas cristãs.

Na primeira leitura, o Deuteronômio apresenta-nos o rito de oferta das primícias da colheita: ao apresentar ao Senhor Deus o fruto da terra, o israelita piedoso confessava que pertencia a um povo de estrangeiros e peregrinos, vindos do Pai Jacó, que não passava de um arameu errante. O israelita fiel recordava diante de Deus a história de Israel, história de escravidão e de libertação: “Meu pai era um arameu errante, que desceu ao Egito… Ali se tornou um povo grande, forte e numeroso. Os egípcios nos oprimiram. Clamamos ao Senhor… e o Senhor ouviu a nossa voz e viu a nossa opressão… E o Senhor nos tirou do Egito… E conduziu-nos a este lugar e nos deu esta terra… Por isso eu trago os primeiros frutos da terra que tu me deste, Senhor”. Éramos ninguém e o Senhor nos libertou, deu-nos uma vida nova – eis o resumo da história e da experiência de Israel! Esta também é a nossa experiência, como Igreja, Novo Israel: “Se com a tua boca confessares Jesus como Senhor e, no teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo”. Também a nossa história é de libertação: éramos escravos, todos nós, do grande Faraó, o Pecado que nos destrói e destrói o mundo. Mas Deus enviou o seu Filho numa carne de pecado (numa natureza sujeita às conseqüências do pecado): ele desceu a este mundo e entrou na nossa miséria, até a morte, a nossa morte. Deus o arrancou da morte; ressuscitou-o e fez dele Senhor e Cristo e quem nele crer e confessá-lo como Senhor na sua vida, encontra a salvação; encontra um novo modo de viver, encontra a paz, encontra já agora a comunhão com Deus e, depois, a Vida eterna! Assim, Israel nasceu da Páscoa do deserto; a Igreja nasceu da Páscoa de Cristo. Israel era escravo, atravessou o mar e o deserto e tornou-se um povo livre para o Senhor. Nós éramos escravos, éramos ninguém, atravessamos as águas do Batismo com Cristo, e ainda que caminhemos neste deserto da vida, somos um povo livre para o Senhor nosso Deus.

O tempo da Quaresma prepara-nos para celebrar este mistério tão grande! Recordemos que a ressurreição de Cristo é causa da nossa ressurreição, é motivo da nossa comunhão com Deus é a razão da nossa fé cristã! Há apenas dois domingos, São Paulo dizia abertamente: “Se Cristo não ressuscitou, vã é a vossa fé, ainda estais em vossos pecados!” (1Cor 15,17). Pois bem, neste sagrado tempo quaresmal, a Igreja nos quer preparar para a santa Páscoa, para que revivamos em nós, pessoal e comunitariamente, a libertação que Cristo nos trouxe com a sua vitória. Por isso, a Quaresma é um tempo de combate espiritual e de luta contra o pecado. É um tempo de seríssimo exame de consciência e de reorientação de nossa adesão ao Cristo Jesus. Só assim, atravessaremos o deserto dos quarenta dias rumo à Terra Prometida da Páscoa de Cristo, que se torna nossa Páscoa. Nosso caminho quaresmal recorda e celebra tantas quaresmas: a do dilúvio, quando durante quarenta dias e quarenta noites o Senhor Deus purificou a terra e a humanidade; a de Moisés, que durante quarenta dias e quarenta noites jejuou e orou sobre o Sinai para encontrar o Senhor que lhe daria a Lei; a de Israel, que caminhou no deserto durante quarenta anos; a de Elias profeta, que caminhou quarenta dias pelo deserto rumo ao Horeb, monte de Deus; a quaresma de Jesus, que antes de iniciar publicamente seu ministério, jejuou e orou quarenta dias e quarenta noites. Eis o caminho de Deus, eis o nosso caminho: caminho de combate espiritual, de busca de Deus, de luta interior, de conversão! Sem Quaresma ninguém celebra verdadeiramente a Páscoa do Senhor!

O evangelho de hoje, apresentando-nos as tentações de Jesus, nos ensina a combater: ele venceu Satanás ali, onde Israel fora vencido: Israel pecou contra Deus murmurando por pão; Jesus abandonou-se ao Pai e venceu; Israel pecou adorando o bezerro de ouro; Jesus venceu recusando dobrar os joelhos diante da proposta de Satanás; Israel pecou tentando a Deus em Massa e Meriba; Jesus rejeitou colocar Deus à prova. Nas tentações de Cristo estão simbolizadas as nossas tentações: a concupiscência da carne (o prazer e a satisfação desregrada dos sentidos), a concupiscência dos olhos (a riqueza e o apego aos bens materiais) e a soberba da vida (o poder e o orgulho auto-suficiente e dominador). Ora, Jesus foi tentado como nós, tentado por nossa causa, por amor de nós. Ele foi tentado como nós, para que nós vençamos como ele! Ele foi tentado não somente naqueles quarenta dias. O evangelho diz que “terminada toda a tentação, o diabo afastou-se de Jesus, para retornar no tempo oportuno”. A tentação de Jesus foi até a cruz, quando ele, no combate final, colocou toda a vida nas mãos do Pai e pelo Pai foi ressuscitado, tornando-se causa de vida e ressurreição para nós, que nele cremos, que o seguimos, com ele combatemos e o proclamamos Senhor ressuscitado.

Caminhemos neste santo tempo rumo à Páscoa; usemos como armas de combate no caminho quaresmal a oração, a penitência e a esmola do amor fraterno para que, ao final do caminho, sejamos mais conformes à imagem bendita do Cristo Jesus ressuscitado, nosso Senhor e Deus, vencedor do Maligno e da morte, a quem seja a glória pelos séculos. Amém.

D. Henrique Soares da Costa