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Todos os Santos (03-11-2013)

Primeira Leitura:
APOCALIPSE: Apocalipse de São João (Ap), capítulo 7
(2) Vi ainda outro anjo subir do oriente, trazia o selo de Deus vivo, e pôs-se a clamar com voz retumbante aos quatro Anjos, aos quais fora dado danificar a terra e o mar, dizendo: (3) Não danifiqueis a terra, nem o mar, nem as árvores, até que tenhamos assinalado os servos de nosso Deus em suas frontes. (4) Ouvi então o número dos assinalados: cento e quarenta e quatro mil assinalados, de toda tribo dos filhos de Israel, (5) da tribo de Judá, doze mil assinalados, da tribo de Rubem, doze mil, (6) da tribo de Aser, doze mil, da tribo de Neftali, doze mil, da tribo de Manassés, doze mil, (7) da tribo de Simeão, doze mil, da tribo de Levi, doze mil, da tribo de Issacar, doze mil, (8) da tribo de Zabulon, doze mil, da tribo de José, doze mil, da tribo de Benjamim, doze mil assinalados. (9) Depois disso, vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, povo e língua: conservavam-se em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão, (10) e bradavam em alta voz: A salvação é obra de nosso Deus, que está assentado no trono, e do Cordeiro. (11) E todos os Anjos estavam ao redor do trono, dos Anciãos e dos quatro Animais, prostravam-se de face em terra diante do trono e adoravam a Deus, dizendo: (12) Amém, louvor, glória, sabedoria, ação de graças, honra, poder e força ao nosso Deus pelos séculos dos séculos! Amém. (13) Então um dos Anciãos falou comigo e perguntou-me: Esses, que estão revestidos de vestes brancas, quem são e de onde vêm? (14) Respondi-lhe: Meu Senhor, tu o sabes. E ele me disse: Esses são os sobreviventes da grande tribulação, lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro.

Segunda Leitura:
EPISTOLAS CATÓLICAS: Primeira Epístola de São João (1Jo), capítulo 3
(1) Considerai com que amor nos amou o Pai, para que sejamos chamados filhos de Deus. E nós o somos de fato. Por isso, o mundo não nos conhece, porque não o conheceu. (2) Caríssimos, desde agora somos filhos de Deus, mas não se manifestou ainda o que havemos de ser. Sabemos que, quando isto se manifestar, seremos semelhantes a Deus, porquanto o veremos como ele é. (3) E todo aquele que nele tem esta esperança torna-se puro, como ele é puro.
EVANGELHOS: Evangelho segundo São Mateus (Mt), capítulo 5
(1) Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele.
(2) Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo:
(3) Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!
(4) Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!
(5) Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!
(6) Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!
(7) Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!
(8) Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!
(9) Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!
(10) Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!
(11) Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.
(12) Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.
Homilia do : Padre Paulo Ricardo
Homilia do Padre Miguel:---
Presbíteros: Ver Roteiro Homilético
Ver Comentário Exegético
Ver Homilia de Dom Henrique Soares
Ver Homilia de Mons. José Maria
Ver Homilia do Pe. Françoá Costa
Canção Nova: Homilia

Solenidade de todos os santos

Por muito tempo acreditou-se, dentro e fora da Igreja, que o caminho da santidade era somente para algumas almas escolhidas. O Concílio Vaticano II, porém, refutou essa linha de pensamento, declarando a "vocação universal à santidade". Com essa expressão, os padres conciliares quiseram lembrar que todos são chamados à perfeição cristã, como pedira Nosso Senhor Jesus Cristo: "sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito" (Cf. Mt 5, 48).

Na Solenidade de Todos os Santos, a Igreja celebra a memória daqueles que, voltados inteiramente para o Senhor, deixaram família, bens e pertences para unir-se intimamente com o Pai Celeste. É uma forma de recordar na memória do fiel que, sim, a santidade é possível e permanece sempre nova, sempre atual. Operando na caridade e na graça de Deus, cada cristão pode fazer de sua vida uma auto-estrada para o céu.

Padre Paulo Ricardo