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PERGUNTE E RESPONDEREMOS 356 – janeiro 1992

 

Mais uma proposta religiosa:

 

EUBIOSE: QUE É?

 

Em síntese: A Eubiose é uma forma recente de Teosofia, que pretende fazer da cidade de São Lourenço (MG) a capital espiritual do mundo. O fundador dessa escola é o Prof. Henrique José de Souza, o mais novo avatar ou a mais recente manifestação da Divindade (como dizem os seus escritos), Professa o panteísmo, a reencarnação, a história do mundo em ciclos sucessivos. Estaríamos para deixar o ciclo de Peixe, regido por Jesus Cristo, para entrar no ciclo de Aquário, que fará sua irrupção no Brasil, cujo idioma é o mais sagrado do mundo.

 

Vê-se que tal mensagem é altamente fantasiosa, além de ideológica: o panteísmo, que é sua doutrina de fundo, não resiste à crítica da razão, visto que identifica o volúvel e o imutável, o temporário e o Eterno, o relativo e o Absoluto, identificando a Divindade com o mundo e o homem.

 

Existe em São Lourenço (MG) a sede principal da Sociedade Brasileira de Eubiose, outrora Sociedade Teosófica do Brasil, fundada por Henrique José de Souza (1863-1963). A mesma entidade, além do templo de Maitréia em São Lourenço, possui o Templo Obelisco na ilha de Itaparica (BA) e o Templo do Roncador em Nova Xavantina (MT). — Tal Sociedade tem seus livros-fontes, entre os quais "Eubiose. A verdadeira Iniciação" de Henrique José de Souza, e as revistas "Aquarius" e "Arabitã".

 

Visto que o público se interessa por conhecer em que consiste a mensagem da Eubiose, proporemos, a seguir, alguns de seus traços principais (deduzidos da bibliografia citada), acompanhados de breves comentários.

 

1. Eubiose: que diz?

 

A Eubiose é uma corrente de pensamento sincretista, cuja fonte principal é o pensamento hinduísta. Este é retomado por Henrique José de Souza, sob forma da uma filosofia religiosa que pretende ser a nova e única da humanidade. São palavras do fundador:

 

"Sofro desde que nasci. E trabalho desde os quinze anos de idade. Todos o sabem, principalmente aqueles que ousaram seguir fielmente os meus passos. Não são raros os que me copiam, mas, infelizmente, adulteram para ter o direito a dar como seu aquilo que lhes não pertence. Traduttore! Traditore! Tradutor! Traidor!

 

Os dias se aproximam para o final da minha jornada na Terra. Assim, morro com e pela Humanidade. Prometi a minha volta no começo do século XX. E assim aconteceu para o preparo da Era de Aquário, a Era de Maitréia, ou seja, mais uma vez, a manifestação da Essência Divina na Terra. Se as religiões conhecessem, de fato, o mistério dos avatares, elas não existiriam, mas tão somente uma: a Religião-Sabedoria, a Teosofia (Hoje EUBIOSE como ditame da Lei já previsto pelo autor do livro — Nota da Editora). Também poderia ser chamada de CULTO DE MELKITSEDEK, a quem o próprio Cristo prestou homenagens, e Abraão pagou os dízimos ou impostos cármicos que lhe devia...

 

Tudo fiz para que tais religiões se unissem através de uma Frente Única Espiritualista, Ninguém me quis ouvir. Ninguém visitou, sequer, o nosso Templo sem saber que o Mesmo era dedicado ao Deus Único de Todas Elas. Fiz mais, quis implantar o salvador "slogan" de uma Frente Única Espiritualista; Um só idioma; Um só padrão monetário. Ninguém me quis ouvir, ainda... Os interesses econômicos de certos países, pelos quais eles se degladiam a golpes de bombas atômicas e de hidrogênio, sem saberem que estão destruindo o próprio mundo, nesse caso, a si mesmos, firmam no momento atual da vida humana o julgamento final do ciclo, que se deu em 1956, conforme estava escrito no interior da pirâmide de Cheops, para não Ir mais adiante e provar que, sendo a vida universal dividida em ciclos — ciclos de declínio, ciclos de elevação, na razão do "Construens et Destruens", de Bacon, o "Corsi e Ricorsi", de Vico. Sim. compreenderiam que o Juízo Final apregoado pelas religiões ocidentais longe está ainda dos nossos dias. Do mesmo modo que o mundo, os homens não estão ainda de todo formados. Por isso, sofrem e choram as suas misérias " (Eubiose. cap. XXII § 334).

 

Este trecho exprime bem o caráter eclético da Eubiose. As suas raízes imediatas estão na Teosofia — escola fundada por Helena Blavatsky, cujas obras Henrique José de Souza cita com frequência, ao lado de outros escritos teosóficos. Um dos vestígios dessa filiação é o nome da Sociedade fundada por H.J. de Souza: em 1924, quando teve inicio, chamava-se "Sociedade Mental Espiritualista"; em 1928 passou a chamar-se "Sociedade Teosófica Brasileira", e em 1969 "Sociedade Brasileira de Eubiose". — Teosofia é o conhecimento de Deus (Theós) recebido pretensamente pela revelação de uma Sabedoria (Sophia) reservada aos iniciados. À p. 94 do seu livro "Eubiose". o autor coloca na mesma linha, como porta-vozes da mesma "sabedoria", "todos os teósofos, ocultistas e eubióticos".

 

O pensamento da Sociedade de Eubiose é o panteísmo hinduísta, segundo o qual o mundo e o homem são manifestações da Divindade — - realidade básica de tudo o que existe. A Divindade se torna mais explícita periodicamente em certas figuras humanas ditas "avatares", das quais Henrique José de Souza seria a mais recente. A história da humanidade decorre em ciclos, que se sucedem num ritmo de ascensão e declínio. O ser humano está sujeito à lei do karma e das reencarnações; deve tender à definitiva desencarnação mediante o contínuo aperfeiçoamento moral de si mesmo. A princípio a humanidade constava de andróginos, isto é, seres humanos bissexuais, tais como os conceberam o filósofo grego Platão (+347 a.C) e a tradição esotérica antiga (cl. "Eubiose' p. 20).

 

O Brasil, e de modo especial a cidade de São Lourenço (MG), será a sede da nova irrupção da Divindade, portadora de nova civilização ou Era de Aquário (cf. ib., p. 320). São Lourenço deve tornar-se "a capital espiritual do mundo por ser o Centro (ligado à Agartha-Shamballah) de irradiações espirituais para esse mesmo mundo" (ib., p. 270) ([1]).

 

A língua mais sagrada do mundo é o português (p. 320).

 

De acordo com o seu pensamento eclético, a Eubiose crê nas profecias de Nostradamus, como também professa a existência de continentes desaparecidos, como seriam a Atlântida e a Lemúria, "sem falar nos dois anteriores, cujas raças, de humanas, nem sequer tinham a forma..." (ib. p. 313). Como se compreende, HJ. de Souza admite que os habitantes desses continentes tenham desfrutado de uma sabedoria que foi recolhida pela Eubiose.

 

No tocante ao Catolicismo, Henrique José de Souza é fortemente agressivo. Fala de "Jeoshua ben Pandira", isto é, de Jesus filho de Pandira (pretenso soldado romano). E acusa a Igreja Católica de ignorar a verdadeira doutrina ou a autêntica interpretação das Escrituras Sagradas: estas são entendidas pela Eubiose através de derivações etimológicas muito estranhas, através de paralelos (artificiais e forçados) com textos de esoterismo, de modo a se reduzir o Cristianismo a uma forma de Teosofia, precursora subserviente da Eubiose. Eis um espécime do modo como Henrique José de Souza trata o Evangelho e o Catolicismo:

 

"O signo de Piscis tem uma relação muito estreita com 'pecado original' (a queda do sexo, etc.). Isto foi comprovado pelo próprio Jeoshua que, ao se lhe apresentar a 'mulher adúltera', traçou no chão um 'peixe', para logo dizer: 'aquele que estiver isento de pecado (isto é do pecado... desta natureza), que atire a primeira pedra'. A Igreja interpreta erradamente, afirmando que ele assim agiu por 'ser pescador'... Melhor seria então dizer que ele, 'ao ser forçado a atirar a sua mayavica rede de iniciado ou instrutor', tinha a intenção de apanhar os 'peixinhos do seu próprio viveiro’, ou seja, seus discípulos, apóstolos etc. Mas essas interpretações não são para sacerdotes 'não iniciados', como os da Igreja romana ou outros quaisquer... que não se aprofundaram nos 'grandes Mistérios da Vida' " (ib., p. 240).

 

Este texto sugere algumas observações:

 

a) O pecado original não foi pecado de sexo (ao contrário do que insinua H.J. de Souza).—Tal concepção só se sustenta por um preconceito que o estudo objetivo do texto de Gênesis 3 dissipa.

b) Como se sabe que Jesus, ao escrever no chão (cf. Jo 8,6), traçou a imagem de um peixe? — Toda afirmação que queira passar por científica e merecer crédito, tem que ser comprovada. Afirmações gratuitas e fantasiosas ficam abaixo do nível da ciência e do respeito do estudioso.

c) a menção de mayavica rede de iniciado ou instrutor é um jogo de palavras, que não tem consistência.

 

Aliás, o Sr. Henrique José de Souza insinua ser o novo Jesus Cristo, pois ele julga que as letras J.H.S. (2) que costumam indicar JESUS, devem ser deslocadas, formando a nova sequencia H.J.S.:

 

(2) As letras HJS não significam “Jesus Hóstia Santa”, nem “Jesus Homem Salvador”, mas são as três primeiras letras do nome JESUS escrito em caracteres gregos maiúsculos: HJSOYS. O H não é o agá português,mas o é longo grego maiúsculo chamado étn.

 

"O jovem faz-se homem e as três prodigiosas iniciais J.H.S. passam a ser H.J.S. Sim, porque o 'filho do homem' não podia deixar de ter o H no começo de seu nome terreno.

 

Ademais o H, como tetra aspirada, é a consoante única que faz vibrar as vogais do OEEHAOO sagrado, na razão das sete vozes celestes ou Dinâmicas, apercebidas por Ezequiel na sua visão extra-terrena! Momento de êxtase, samadhi, ou união com a Consciência Universal!" (p, 312).

 

Jesus seria o expoente máximo do velho ciclo do Peixes (ib, p. 280)!

 

Como se vê. o autor tem a pena ágil e a imaginação fecunda. podendo assim impressionar o leitor por seu linguajar eclético e conluso.

Passemos agora a uma reflexão sobre tal mensagem.

 

2. Ponderando...

 

1. Quem lê os escritos da Eubiose, especialmente o livro de Henrique José de Souza, fica impressionado não pela sabedoria e a lógica de suas afirmações, mas pela capacidade de fazer sofismas. jogos de palavras, assonâncias vazias, imagens altamente fantasistas. sem conteúdo, e incapazes de resistir à critica da são razão. Dir-se-ia que os autores de tais obras se comprazem em lançar areia nos olhos dos leitores, estonteando-os por uma aparente erudição, que mistura os conceitos mais heterogêneos, como faria alguém que leu sem aprofundar as suas leituras. O leitor que não possua senso critico pode ficar surpreso e "esmagado" pela fartura de noções que lhe são oferecidas, mas, se reflete um pouco, verifica que H.J.S. se compraz numa ostentação um tanto vaidosa e pretensiosa de si mesmo (vejam-se os seus traços autobiográficos citados à p. 35 deste fascículo). Quer ser o último Cristo, o último e mais perfeito dos Profetas.

 

Os conhecimentos que ele revela ter de Jesus Cristo, são colhidos em obras do século passado ou de decênios remotos, que o autor cita à p. 178 de "Eubiose":

 

"A dúvida de H.P.B.([2]) sobre a vida e obra de Jesus, o Cristo, transparente na frase: 'Aquele que se acredita como sacrificado pela humanidade', deriva do fato de não ser absolutamente verdadeiro tudo quanto a respeito desse Ser nos é apontado na Bíblia, Na revista Dharana, órgão oficial da S.B.E., encontrarão os interessados vastos esclarecimentos a respeito. Podem também consultar as centenas de obras que tratam do mesmo assunto. Lembraremos as mais importantes: Le Mythe de Jésus, Arthur Drews; Le Mystèro de Jésus, Paris Rieder, 1924; Jésus de Nazareth, Maurice Goguel; Jésus devant Ia Critique, Paul Buiysse; Hiatoire Elémentaíre et Critique de Jesus, A. Peyrat; Leben Jesu, David Fried. Strauss; Christus und die Cäsaren, Bruno Bauer, 1877, etc."

 

É preciso ser muito superficial para escrever um texto como este. A critica liberal racionalista não cristã contemporânea já não se apoia em Goguel, Strauss, Drew, Bauer..., nomes ultrapassados. A critica moderna tem por expoentes Rudoll Bultmann. Martin Dibelius, Marxsen e outros.... autores que as escolas católicas de nossos dias refutam em obras como as de

 

René Latoureile, Jesus existiu? Ed. Santuário, Caixa postal 4, 12570 Aparecida (SP);

 

François Dreyfuss, Jesus sabia que era Deus? — Ed. Loyola Caixa postal 42335, 04299 São Pauto (SP).

 

Mario Serenthà, Jesus Cristo ontem, hoje e sempre. — Ed. Salesiana Dom Bosco, Caixa Postal 30439. 01051 São Paulo (SP).

 

2. Não se requerem longas considerações para refutar o pensamento filosófico-religioso da Eubiose. Tenham-se em vista duas de suas teses básicas: o panteísmo e o reencarnacionismo:

 

a) O panteísmo admite que tudo {pan} seja Deus (Theós). Ora isto é ilógico, pois identifica o relativo com o Absoluto, o contingente com o Necessário, o temporário com o Eterno, o volúvel com o Imutável. Com efeito, as coisas que vemos, são transitórias e relativas, ao passo que Deus, por definição, é o Absoluto e Eterno; por conseguinte, a identificação daquelas com Este é grosseira aberração, que peca contra as regras do raciocínio. É, porém, uma atitude sedutora, pois o homem que diz ser uma centelha de Deus não presta contas a ninguém a não ser a si mesmo — o que é assaz cômodo.

 

b) A reencarnação é um postulado gratuito, para o qual não há prova nenhuma. Os fenômenos de regressão em idade e relatos de vida "pregressa" são todos explicáveis por associação de noções captadas na vida presente e apresentadas pelo narrador como se fossem traços de suas anteriores encarnações. O estudo atento de tais casos revela que a pessoa sob comando hipnótico obedece cegamente, de modo que, se lhe dizem que vai relatar a sua vida pregressa, ela tenta fazê-lo combinando entre si reminiscências colhidas no decorrer mesmo da sua presente existência. Ademais a reencarnação leva a uma absurda consequência; com efeito, dever-se-ia dizer que toda pessoa pobre e doente na vida presente é um grande pecador que está pagando por culpas cometidas na encarnação anterior, ao passo que todo indivíduo sadio e rico seria uma pessoa muito virtuosa que está recebendo o prêmio de suas boas ações. Ora tal conclusão é de todo absurda, pois não se pode dizer que pobreza material e moléstia física são consequências de pecados pessoais nem o dinheiro é o resultado da virtude. Ademais nem toda pessoa doente é gravemente pecadora, como nem todo indivíduo rico é necessariamente virtuoso.

 

Não é preciso que nos detenhamos em ulteriores considerações sobre a mensagem da Eubiose, pois afirmações gratuitas e fantasiosas ficam abaixo do plano da razão e não têm valor científico nem filosófico.

 

 

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)

 



[1] Continua Henrique José de Souza:

"Responde por tudo isso o êxodo que vem sendo levado a efeito desde aquela época., para o lugar que aponta o Marco precioso, onde Mônada alcançou o máximo de sua evolução no presente ciclo da Humanidade, isto é, do 23o de latitude Sul, Trópico de Capricórnio".

[2] Helena Petrovna Blavatsky, fundadora da Teosofia (Nota do redator).


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#0•A1372•C647   2015-02-21 21:53:05 - Convidado/tonydiaz011@hotmail.com
Sou católico de formação e não nego de forma alguma a importância que o cristianismo teve em minha formação psicológica e espiritual.
Entretanto, sabemos todos de muitos erros cometidos pela Igreja através dos anos, bem como, certos dogmas completamente desnecessários para justificar Fé, mas compreendemos que a essência do cristianismo é fidedigna. É justamente esse crer, que nos mantém anelados, pois nada há de concreto nas escrituras vistos aos olhos do comprobatório.

Não temos como negar a fusão que vem acontecendo no mundo entre oriente e ocidente. Acho que isso começ......

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#1•R647•C979   2018-01-27 23:41:10 - Convidado/eredecuiaba@gmail.com
Eubiose [do gr. eu (bem, bom) + bios + osis (modo de viver)][1][2] é um neologismo criado e difundido pela Sociedade Brasileira de Eubiose,[3] outrora Sociedade Teosófica Brasileira. Seu significado, embora muito abrangente, se relaciona com o processo de evolução humana, entendido como transformação de energia em consciência.[3] Tal processo, longe de se identificar com as religiões dogmáticas,[4] aponta no caminho de uma construção crítica do autoconhecimento. Trabalhando, portanto, para além dos estudos de religiões comparadas, a Sociedade Brasileira de Eubiose apresenta manancial próprio d......

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