Nazismo e fascismo da ideologia de gênero

 

Sergio Sebold

Economista e Professor Independente

seboldunico@gmail.com

 

 

Todos nós conhecemos de cor e salteado o barbarismo praticado pela doutrina perversa do Nazismo na Alemanha no período de 1933 a 1945. Volta agora mostrar sua cara por conta de uma cultura de alta submissão e espírito de disciplina de um povo. Lá como cá grupos de ativistas ideólogos, aproveitando-se de uma passividade e um conformismo cultural estão sorrateiramente aproveitando e se infiltrando nas altas camadas do poder, para novamente destruir todo um trabalho civilizatório, com propostas absurdas baseadas nos seus desvios psicológicos, morais e sociais. Está se alastrando pelo mundo a “ideologia de gênero” como um rastilho de pólvora, principalmente na cultura ocidental, disseminada pelos próprios organismos da ONU, (Proteção aos Direitos Humanos). A acomodação propiciada pela prosperidade do mundo ocidental está dando oportunidade para que grupos ativistas se aproveitem para deteriorar valores cristãos acumulados por duras e severas leis de comportamento moral; mas que garantiram nossa existência. Pois se não fosse isso, eu não estaria mais aqui para escrever nem você para ler.

 

Está se configurando uma forma nova do nazismo de poder, varrendo os corredores palacianos da Europa, particularmente na Alemanha. É o caso da polícia alemã que prendeu uma mãe por 40 dias simplesmente por que a filhinha de 6 anos se negou assistir uma aula, por não aguentar as baboseiras de que tratam assuntos de sexo a moda da “ideologia de gênero”. Deixou de assistir as aulas pelo caráter perverso do tema; não apenas se ensinava as crianças como funciona o sexo entre homens e mulheres, mas as põe diante de uma ”variedade” de práticas sexuais, como sexo oral, anal e outras mais. Se para adultos estas variedades já causam certo choque moral e cultural, imagine-se em crianças. Para elas é um choque brutal, quando em sua família já tinham reconhecimento de seus gêneros autênticos, identificados com seus próprios pais; agora são lhes ditas que isto tudo é conversa fiada dos pais, que mais tarde sim eles deverão fazer suas opções. O barbarismo está chegando.

 

Segundo alguns relatos, houve casos de crianças, bem-educadas em seus lares, simplesmente desmaiaram pela nojeira pornográfica que querem implantar nelas. Sentiram-se mal dentro da sala de aula. Mas as leis de um regime nazista totalitarista não perdoam; não há discussão por argumentos de defesa para estes casos. É cadeia mesmo.

 

O espírito cultural nazista ainda é tão forte, que conhecemos casos de uma família de uma comunidade judaica na Alemanha, onde a mãe foi obrigada pela sua prole a dar um corretivo aos filhinhos (nada grave); foram-lhe tiradas todas as crianças às 4 horas da madrugada, sumariamente, e levadas a um albergue longe dos pais para nunca mais os verem. Detalhe, sem direito a qualquer argumento jurídico de defesa. O “Estado” simplesmente se arrogou no direito de “proteger” aquelas crianças. Tudo isto ocorreu porque uma vizinha que passeava com os cachorrinhos na redondeza (claro odiava crianças) denunciou aquele “barbarismo”. Pobre nação, tão rica materialmente, mas perdida em seus valores. O ocidente tem também suas idiossincrasias em matéria cultural, como também os há nos países árabes.

 

Para mostrar a que ponto o Brasil está chegando no relativismo moral, citamos a passagem de um artigo na Folha de São Paulo (3/06/2011) de João Pereira Coutinho: “Admito que seja verdade. Mas também admito que não seja verdade se amanhã por absurdo exemplo, o poder político proclamasse a “normalidade” do bestialismo, duvido que toda gente desatasse a transar, ou casar, com porcos e galinhas”.  Isso não é “absurdo exemplo”, não. No interior do Rio Grande do Sul, (como também em outras regiões) se propaga este absurdo através da iniciação sexual pré-adolescência do que chamam de “barranqueada”, como um evento “cultural” que alguns pseudo intelectuais pretendem consagrar, inclusive com livros publicados.

 

Estamos sendo administrados por uma camarilha em estado de demência quando uma deputada federal, secundada por outro não menos conhecido homossexual, insiste em leis sobre ideologia de gênero e, por tabela, o bestialismo, ou zoofilia.

 

Onde está nossa dignidade? Estão nos nivelando aos animais; eles (os animais) não têm culpa de nossa irracionalidade.

Num exame de sanidade mental, estas pessoas jamais poderiam estar no cargo que ocupam.

 

Encerramos, “Mas, se alguém fizer cair no pecado um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe seria amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar”. (Mt 18:6).


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