Testemunho de ex-pastor protestante: “O Demônio é protestante”, ele “converte” as pessoas através da Bíblia.

 

 

De Pastor protestante a Católico fervoroso, sofreu o abandono da família e seus amigos. “O Demônio é protestante", foi a primeira frase que pronunciei, depois de minha conversão, àqueles que me escutaram por mais de doze anos como seu pastor. Foi sensacional o escândalo! Alguns já tinham notado que minhas férias foram muito precipitadas e talvez até exageradamente prolongadas. Foi um dos afastamentos mais raros, inclusive para minha própria família que me percebeu reticente nas práticas habituais de casa, como, por exemplo, a leitura e explicação da Bíblia. Surgiram brigas demasiadas por causa de minha nova maneira de pensar.

 

“No princípio era o Verbo”

 

Lembro-me de experiências vividas, das minhas primeiras manifestações de raiva ao ler um artigo nesta revista quando era protestante, que agora, aprecio tanto, da qual me honro publicando este trabalho. Eu achava que o texto era muito radical em suas afirmações, muito profundo para o que eu estava acostumado a ler.

 

Acredito ter meditado no problema umas cinco ou seis semanas. Até que resolvi pedir auxílio à paróquia da Igreja Católica, que ficava perto de minha Igreja. Atendeu-me um sacerdote com um olhar penetrante e muito amável. Eu abordei vários assuntos de interesse comum e ele me pediu tempo para inteirar-se melhor da abordagem das doutrinas da Igreja.

 

Na verdade, fiquei um pouco desarmado, mas conseguimos conversar quase o tempo todo. Quase... porque, nas questões de doutrina começou ele a acuar-me. Comecei a responder-lhe como de costume citando, com exatidão, uma passagem bíblica atrás de outra tentando mostrar o erro.

 

- Pastor Boullón - me disse logo - não avançaremos muito discutindo com a Bíblia na mão. Sabe o senhor que o demônio foi o primeiro a antecipar-se a todos na prática do crime... e por isso, foi também o primeiro evangélico?

 

Não gostei dessa observação. Ele estava me insultando, chamando-me de demônio. Sem me deixar explicar o que pensava, adiantou-se:

 

- Sim... foi o primeiro evangélico. Recorde-se de que o demônio buscou tentar a Cristo com a Bíblia na mão!

 

- Mas Cristo lhe respondeu com a Bíblia, eu disse.

 

- Então, o senhor me dá razão, pastor... os dois argumentaram com a Bíblia, só que Jesus a utilizou bem... e lhe tapou a boca.

 

Pegou sua Bíblia, leu-me o que já sabia: Enquanto o Senhor conversava com o demônio, ele o levou a Jerusalém e colocando-o no alto do templo lhe repetiu o Salmo 90,11-12 "Porque está escrito que Deus mandou aos seus anjos que te guardem e o leve em suas mãos para que não tropece em alguma pedra". Mas o Senhor lhe respondeu com Deuteronômio 6,16: Mas também está escrito: "Não tentarás ao Senhor teu Deus" e o demônio se distanciou confundido.

 

Eu também me distanciei, como o demônio, confundido. Tive raiva por ter sido chamado de demônio. E pior: ser tratado como o demônio no deserto.

Chequei em casa raiva. Eu me senti humilhado e triste. Não era possível que a mesma Bíblia provasse duas coisas diferentes. Isso é uma blasfêmia. Forçosamente deve haver alguém com a razão e o outro a interpreta mal. Busquei ajuda na biblioteca, que eu vinha formando com o tempo. Consultei vários autores, porém de outras congregações. Não coincidíamos nas opiniões apesar de todos nós utilizarmos da Bíblia para apoiar o que dizíamos e demonstrar que os outros e equivocavam no que criam.

 

Fortaleci-me e na primeira oportunidade dirigi-me ao padre. Recebeu-me amavelmente, como na vez anterior, com seu olhar divertido e curioso, razão pela qual me permitia estar novamente ao seu lado.

 

Discursei por meia hora sobre a salvação pela fé e não pelas obras. Peguei a Bíblia, li Atos 16, 30-31: "Que devo fazer para salvar-me?" - perguntou o carcereiro. "Creias no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua família" - respondeu Paulo.

 

Ele disse - vamos a Coríntios 13,2. Leia em voz alta: "Mesmo que a minha fé fosse tanto que chegasse a mover montanhas, se me faltasse a caridade, nada sou".

 

Disse-me rindo - Não sei bem quem acreditou na estratégia protestante de argumentar com a Bíblia, mas creio que puderam ser os demônios para se salvarem.

 

- Salvar-se?

 

- Sim... Salvar-se, meu amigo. Por acaso não é o apóstolo Tiago que nos diz que até mesmo os demônios creem em Deus? Não fique em silêncio, pastor... Sente-se aqui para acalmar-se um pouco. Se quer seguir como o demônio, tentando, tentando com a Bíblia, lembre-se que aí mesmo nos diz que essa fé não salvará aos demônios, porque como um corpo sem espírito está morto, a fé sem as obras está morta (Tiago 2,17) e mesmo assim, os católicos não dizem que é somente a fé ou só as obras. Quando o Senhor pergunta sobre o que devemos fazer para salvar-nos, ele diz: "Se queres salvar-te, guarda os mandamentos". Aí tem você a resposta completa.

 

Acompanhou-me até a porta e disse: "Deixo-o com duas recomendações". A primeira é que se cuide com seus irmãos da congregação. A segunda é: só volte quando me trouxer algum discurso bíblico, só um me basta - em que se prove que só se deve ensinar o que está escrito na Bíblia.

 

Enquanto preparava um discurso para responder ao sacerdote, percebi que estava parado no meio do assunto que, pela primeira vez, me levara à paróquia. "Se só a Bíblia", disse-me, "então o problema do artigo fica resolvido: deve-se provar pela Bíblia, ou não se prova".

 

Já imaginaram vocês o resultado. Efetivamente não encontrei nada; nesses anos de ministério jamais eu percebi a ausência na Bíblia de que se deve ensinar a doutrina contida na Bíblia e não o que não está na Bíblia. Encontrei sim numerosas passagens bíblicas que concedem a mesma autoridade aos ensinamentos escritos na Bíblia e às doutrinas transmitidas por discursos, oralmente. Muitos outros questionamentos foram surgindo a partir das conversas com o padre, de leituras de revistas e de muita literatura escrita com fins apologéticos.

 

Por uns dias afastei-me das visitas à paróquia e depois de uma semana de angústia, sentei-me com minha esposa para conversarmos. Necessitava desabafar. Suas palavras foram tão simples quanto sua conclusão: deveria me afastar imediatamente do sacerdote católico e recuperar a confiança de meus fieis. Isso era prioritário. Tínhamos uma obrigação de fé e tínhamos que manter a família. Não se falaria mais sobre o assunto. O caso estava resolvido para ela.

 

Mais difícil foi recuperar a confiança de meus fiéis. Exigiam-me como prova evidente que atacasse mais do que nunca a Igreja Católica para demonstrar publicamente que não lhe guardava nenhuma simpatia.

 

Isso me custou caro, pois tinha que pregar conforme as minhas antigas ideias. Com o tempo, minha família e meus fiéis deram-me as costas e foi a grande dor que tive que suportar por amor a Cristo e sua Igreja.

 

Não quis expor aqui todas as coisas que conversei com o padre durante semanas e semanas. Eu o visitava continuamente e ele me acolhia com amável paternidade. Seu estilo era único: refutava meus argumentos, acusações, dando-me duas oportunidades... ou ficar como um tonto ou verificar, por mim mesmo, essa estupidez.

 

Recordo-me, perfeitamente, de uma fria manhã quando recebi um aviso telefônico da paróquia. Pediram-me que visitasse um hospital dos arredores. Sem pensar nas normas da cautela que tomava para evitar que meus fiéis se irritassem ainda mais comigo, abandonei tudo e parti. Soube do doloroso câncer de que o padre padecia. Jamais percebi que estava doente e o pouco tempo que lhe restava. Minha cabeça dava voltas. Sentia dor pela partida de quem já considerava como amigo.

 

Tomei uma decisão: faria pública nossa amizade e o visitaria diariamente. Poucos dias depois transferiram a sua petição e sua residência. Desde esse dia acompanhei-o diariamente, deixando muitos compromissos de lado. A tensão começou a crescer até chegar às agressões verbais e ameaças de tirar-me o cargo e o salário. Minha família estava ameaçada pela pobreza.

 

Foram dias de muitas angústias. Sabia que caminhava pelos caminhos corretos. Inclusive pensava em demitir-me da igreja. Orei muito e fui pedir conselhos ao padre. Ele me recebeu com muita amabilidade e escutou com atenção aos meus problemas. Ele já os conhecia. Falou-me da fortaleza dos mártires que não levaram em conta nem a carne nem o sangue, nem as riquezas; somente amaram a verdade e testemunharam em público a sua adesão à fé. Mais vale entrar no céu sendo pobres que irem ao inferno por comodidades" - sentenciou.

 

Reuni meus fiéis e lhes fiz uma declaração de minha conversão. Mais tarde reuni a minha família e lhes expliquei cada ponto. Respondi a todas as objeções de fé e da situação. Minha esposa não discutiu muito: expulsou-me de casa. Fiquei em companhia do padre que me tranquilizou com relação ao acontecido. Desde então e depois de minha conversão, nunca mais fui admitido em casa como pai e esposo.

 

Roguei ao bom sacerdote que me preparasse para pedir perdão de meus erros e ser admitido na Igreja. Ele concordou.

 

Em uma manhã de abril de 2001, fui recebido no seio da Esposa de Cristo. Em junho do mesmo ano meu querido amigo entregou sua alma ao Senhor, fato que me fez chorar por muito tempo e também àqueles que o conheciam. Choravam os doentes, os presos que ele visitava, as crianças, os jovens e catequistas, os pobres e necessitados que ele consolava, os fieis que recorriam a ele em busca de conselho e do perdão de Deus.

 

Em seu tributo, escrevo estas linhas. Meu querido sacerdote e a Revista Cristandade foram meus grandes apoios e impulsores, tanto na minha conversão quanto no meu dom apostólico de trabalhar especialmente com os convertidos e com os que se preparam para a conversão.

 

Persevero no amor à Igreja e a essa doutrina, pois o Senhor disse que passariam o céu, a terra, mas que nenhuma só palavra seria mudada.

 

Agora, junto com vocês, posso acudir aos pés de Maria Santíssima e rogar que, por amor ao Divino sangue de seu Filho amado obtenha a conversão dos pagãos, dos hereges, dos cismáticos e que fazendo triunfar a Igreja sobre seus inimigos, restaure a paz no reino de Cristo.

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Autor: Luis Miguel Boullón

Fonte: Livro "Por que estes ex-Protestantes se tornaram Católicos!" p.89-93

 

Fonte: http://www.icatolica.com/2015/06/testemunho-de-ex-pastor-protestante-o.html

 

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8, 32)

 

“O Cristão sem formação de hoje, será o agnóstico, o ateu ou o protestante de amanhã”.

 

"Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança." (I Pedro 3,15)

 

"Ama a Verdade, mostra-te como és, sem fingimento, sem receios... Se a Verdade te custa a perseguição, aceita-a, se te custa o tormento, suporta-o. E se, pela verdade, tiveres que sacrificar-te a ti mesmo e a tua vida, sê forte no sacrifício" (São José Moscati)

 

"O bom protestante torna-se católico e o mau católico torna-se protestante"

 

Santo Agostinho: “Fora da igreja há milagres, fora da igreja existe amor, fora da igreja existe bênção, fora da igreja existe bondade, mas fora da igreja CATÓLICA não existe salvação”.

 

"O Estudioso protestante torna-se católico e o ignorante e preguiçoso católico, se torna protestante"

 

“Católico formado e informado é um católico preparado!”

 

“Católico que não estuda vira protestante, protestante que estuda realmente vira católico”.

 

“Católicos mal instruídos viram protestantes! Protestantes bem instruídos viram católicos!”

 

Tenho dito: aquele que tem compromisso com a Verdade torna-se católico ou permanece católico. Aquele que tem compromisso com o próprio ego, tenta refutar o irrefutável. Contra fatos não há argumentos. Mas contra a fé não há fatos. Ora, se num universo absoluto a Verdade é única, logo, aquele que está em comunhão com a Verdade, também está em comunhão com Cristo.

 

“Atacar é para os ignorantes; reconhecer é para quem busca a verdade!”

 

“Nada pode mudar a verdade, só se pode buscá-la, reconhecê-la e segui-la”. (São Maximiliano Kolbe)

 

“O pior cego (cristão) é aquele que não quer ver e o pior ignorante (cristão) é aquele que não quer aprender”.

 

“Levar os homens à verdade é o maior benefício que se pode prestar aos outros (São Tomas de Aquino)

 

"Todos vocês devem seguir a liderança do bispo, como Jesus Cristo seguiu a do Pai; seguir o presbitério (sacerdócio) como seguiriam os Apóstolos; reverenciar os diáconos como reverenciariam os mandamentos de Deus. Não permitam que ninguém toque na Igreja, a não ser o bispo ou alguém enviado por ele. Onde está o bispo, é onde o povo deve estar, assim como onde Jesus Cristo está, igualmente está a Igreja Católica. Sem a autorização do bispo, não é permitido batizar ou organizar um culto; mas tudo que ele aprova é também agradável a Deus. Se agirem assim, tudo que fizerem será isento de perigo e válido. ("Santo Inácio de Antioquia, discípulo do apostolo João, Ano 107 A.D, Carta aos Cristãos de Esmirna .)

 

"Devemos Amar a Verdade, que é o Fundamento Irremovível da nossa Fé" (São Padre Pio)

 

“Não se opor ao erro é aprová-lo, e não defender a verdade é suprimi-la; e a nossa negligência em defender a verdade, quando podemos fazê-lo, é tão pecado quanto incentivar o erro." Papa São Félix III

 

“Os inimigos declarados de Deus e da Igreja devem ser difamados tanto quanto se possa, desde que não se falte à verdade, sendo obra de caridade gritar ‘Eis o Lobo’ quando está entre o rebanho ou em qualquer lugar onde seja encontrado” (São Francisco de Sales)

 

“A verdade deve ser dita com Amor, mas o amor NUNCA pode impedir a verdade de ser dita” (Santo Agostinho de Hipona)

 

Dizia Marcus Moreira Lassance Pimenta: “Ao ignorante, basta uma mentira bem contada para que a tenha como verdade. E ao sábio, não há mentira que o impeça de buscar a verdade”.

 

“O verdadeiro amor está baseado na verdade, quando se tira a verdade, isso não é amor, é sentimentalismo”. (Papa Bento XVI)

 

“Não existe santidade sem amor. E não pode existir amor sem a verdade. Ora, assim como só se pode dar a saúde combatendo a doença, também só se pode defender e ensinar a verdade, condenando o erro oposto a ela”. (Papa Bento XVI)

 

“Só na verdade é que o amor refulge e pode ser autenticamente vivida. A verdade é luz que dá sentido e valor ao amor. Esta luz é simultaneamente a luz da razão e a da fé, através das quais a inteligência chega à verdade natural e sobrenatural do amor: identifica o seu significado de doação, acolhimento e comunhão. Sem verdade, o amor cai no sentimentalismo. O amor torna-se um invólucro vazio, que se pode encher arbitrariamente. É o risco fatal do amor numa cultura sem verdade; acaba prisioneiro das emoções e opiniões contingentes dos indivíduos, uma palavra abusada e adulterada chegando a significar o oposto do que é realmente. A verdade liberta o amor dos estrangulamentos do emotivismo, que a despoja de conteúdos relacionais e sociais, e do fideísmo, que a priva de amplitude humana e universal. Na verdade, o amor reflete a dimensão simultaneamente pessoal e pública da fé no Deus bíblico, que é conjuntamente «Agápe» e «Lógos»: Caridade e Verdade, Amor e Palavra” (Bento XVI, Caritas in veritate, n0 3).

 

Santo Agostinho concluímos: "Amai muito a inteligência e a compreensão da verdade. Pois é necessário bem compreender para crer verdadeiramente". (Por melhor que seja a sua intenção, se você comprar uma joia falsa, você estará no prejuízo. E em se tratando da salvação, já pensou que prejuízo!!!)

 

CONTRA FATOS HISTÓRICOS, ARQUEOLOGICOS, DOCUMENTAIS E LÓGICOS NAO É POSSIVEL EXISTIR ARGUMENTOS....E PONTO FINAL!!

 

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