IGREJA (177)'
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Artigo

A monotonia da Igreja de Cristo

 

A verdadeira Igreja de Cristo é aquela que entendeu que o tempo é a eternidade e por isso continua aqui na terra revivendo de novo e de novo todo o mistério da Cruz e do amor. Chesterton disse uma vez que Deus não se cansa da monotonia. Assim como crianças, ele manda o sol nascer todos os dias, de novo, de novo e novamente. Na Igreja de Cristo também há essa estranha monotonia. A Igreja é um pedaço do céu na terra: o corpo de Cristo é distribuído a quem desejar todos os dias, num mistério insondável. E é assim desde que Cristo instituiu que assim fosse. Ele está imolado no altar, e se faz presente todos os dias, se doando de novo e de novo. Maria está vendo tudo aos pés da cruz, e por isso nos ensina o amor a Deus, nos ensina a adorar a Deus, a amá-lo todos os dias, de novo e de novo. Para os católicos, Cristo na cruz não é um "Cristo perdedor", como as seitas heréticas O consideram. Essas seitas costumam desprezar a cruz e falar que "meu Deus é um Deus de vitória", como se a cruz fosse símbolo de perda.

 

Não. Na Igreja Católica o Cristo crucificado é o mesmo Cristo glorioso e ressurreto. Cristo é sempre glorioso, jamais um perdedor. Lembrem-se sempre que quem foge da cruz é satã. Quem foge da imitação perfeita do amor de Maria ao seu amado filho e Salvador é também satã. Quem promete vitórias materiais sobre todos os mistérios dos sofrimentos humanos também é satã. Quem idolatra outros deuses estranhos são sempre aqueles que não conseguem ver O Cristo que vive no próximo e muito menos refletido nos santos, que carregaram com amor a cruz e fizeram a vontade de Deus. Quem promete e exige a santidade dos membros da Igreja é sempre satã, mesmo que Cristo tenha dito que somos todos pecadores e a Igreja é infalível, não os homens dentro Dela. A esta "casta de Santos" mentirosos, um recado: abram os olhos para essa eterna monotonia. É a constância de Cristo, o seu amor sempre novo e monótono que nos tira do delírio das noções de reforma daquilo que já é perfeito. A fé legada aos apóstolos tem de ser perfeita. Do contrário não poderia triunfar sobre as mazelas. E Cristo sabia disto. Por isso só se reforma aquilo que precisa de conserto. E o que vem de Deus não carece de reforma. É muita presunção. Isso é querer ensinar a Deus o que fazer.

 

Dayane Dias Mota

 

Uma vez eu estava num culto protestante (não por vontade própria) e escutei o pastor gritar duas vezes em sua pregação: "a Igreja foi corrompida!".

Eu estava quase dormindo de tédio e desgosto, mas naquela hora na minha cabeça tocou um alarme amarelo e eu acordei para prestar atenção.

 

Tudo o que está no comentário acima é o oposto do que esse infeliz pastor desviador de almas quis dizer com aquele "foi corrompida".

O que fazer... conversando com o pastor você vai acreditar que ele tinha boas intenções. Mas, apenas boas intenções é suficiente?

Se a pessoa não percebe certas coisas racionalmente, o problema passa a ser espiritual. Como disse Jesus: "Pai, perdoai-lhes pois não sabem o que fazem".

A salvação de muitos depende da oração e do amor de poucos.

 

Jesus disse: ".... edificarei MINHA Igreja..." sobre os apóstolos e Pedro líder.

Logo, a Igreja é obra de Deus, desde o início.

Como então pode ser corrompida, sumir ou ser destruída? Ou evangelizar errado até ser substituída 15 séculos depois por uma pretensa “igreja” mais santa, como se seus membros também não fossem pecadores? Só se o deus daquele que nega a Igreja for muito mixuruca.

Ou o cara acredita que Jesus é Deus que não vai edificar uma Igreja falível e corrompível pois a cabeça da Igreja é Cristo, como afirma S. Paulo, ou vai ficar dando uma de cético irracional, sendo instrumento útil do anticristo. É pegar ou largar.

 

Claudio Maria


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