POR QUE A IGREJA CATÓLICA É A VERDADEIRA IGREJA DE CRISTO?

 

As Escrituras declaram que a verdadeira Noiva do Cordeiro se identifica por atributos personalíssimos e irrepetíveis, quais sejam: Apostolicidade, Catolicidade e Romanização.

 

Estes, podemos dizer, perfazem o “DNA” do Corpo de Cristo.

 

DA APOSTOLICIDADE

 

O primeiro atributo é sua origem nos Apóstolos, pois Cristo depositou apenas neles todo conhecimento da Doutrina.

 

Como está escrito, fomos: — “edificados sobre o *fundamento* dos Apóstolos e Profetas, tendo por Pedra Angular o próprio Cristo. (Ef 2, 20); — “Perseveravam eles na Doutrina dos apóstolos, (At 2, 42).” Portanto, o que não possuir vínculo Histórico, Ministerial e Magisterial com a Sucessão dos Doze, carece de autenticidade como Doutrina Sagrada. A Revelação não só se destampou, mas também finalizou nos Apóstolos, como antes surgira embrionária com os antigos Profetas e Patriarcas hebreus.

 

A CATOLICIDADE NA IGREJA E FÉ ROMANAS.

 

Quem primeiro disse da Esposa de Cristo como Católica e Romana foi São Paulo na Epístola à Comunidade religiosa que já havia em Roma, demostrando toda importância daquela Profissão de Fé: “Primeiramente, dou Graças a meu Deus, por meio de Jesus Cristo, por todos vós, porque em *TODO O MUNDO* é preconizada a *VOSSA FÉ". (Rm. 1, 8, datação 47 à 60 DC)”

 

A palavra grega da qual se traduziu o termo "em todo o mundo" é kosmo.

 

KOSMO e KATHOLIKÓS são sinônimos de UNIVERSAL, aquilo que está em todo mundo, em todo lugar* de uma mesma forma, e numa mesma ortodoxia.*

 

Paulo identifica a Igreja e a Fé Romana como católicas, firmadas na Uniformidade dessa Doutrina que seria espalhada mundo inteiro. O Magistério Católico Romano, que seria anunciado aos quatro cantos da terra, fora por declaração apostólica, erigido a condição de Modelo Legítimo da Doutrina:

 

“Estou pessoalmente convencido, meus irmãos, de que estais cheios de bondade, *CHEIOS DE UM PERFEITO CONHECIMENTO,* capazes de vos admoestar uns aos outros. (Rm 6, 17)” - "Graças a Deus, porém, que, depois de terdes sido escravos do pecado, *OBEDECESTES DE CORAÇÃO A REGRA DA DOUTRINA* na qual tendes sido instruídos. (Rm 15, 14)”

 

Por esse modelo, desde a Era Primitiva se cria e praticava a caridade como elemento vivificador da fé; a santidade do homem por participação em Deus pela Graça; o Batismo Infantil; os sacramentos como sinais materiais da Onipresença da Natureza Humana de Cristo; a Eucaristia; os Dogmas Marianos; a Comunhão dos Santos; o culto dominical e a Iconografia, dentre outros.

 

E todo esse Depósito de Fideísmo Católico ainda hoje se faz presente na Igreja Romana.

 

A Noiva do Cordeiro (que não é bígamo, nem adúltero), como sua Consorte, possui direito exclusivo à Herança Sobrenatural do Noivo.

 

A Igreja de Roma é a única preservada desde os primórdios, sendo da Tradição Petrina para se cumprir aquilo das Escrituras:

"Tu és Pedro, e sobre esta pedra2 edificarei a *minha Igreja.*" (Mt 16, 18)

 

Será ainda, o instrumento pelo qual: “o Deus da Paz não tardará a ESMAGAR SATANÁS DEBAIXO DOS VOSSOS PÉS.*” (Rm 16, 20)

 

Depois de Paulo, o termo Universal é novamente empregado em relação a Igreja e a Fé Romana por um Discípulo do Apóstolo João, Inácio de Antioquia, santo mártir que registrou:

“A comunidade se reúne onde estiver o Bispo e onde está Jesus Cristo, está a Igreja Católica. (anos 67-90 DC, in Epístola aos Esmirnenses)”

 

Nando Gomes

 


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