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Artigo

Aulas: Teologia - Marxismo Cultural VI - por Padre Paulo Ricardo

Marxismo Cultural VI

Marxismo e revolução cultural, última aula.
A Igreja é um prolongamento do mistério da encarnação. A Igreja é o Cristo vivo ao longo da história.
Temos que voltar a ser católicos. Temos que entender que a experiência do cristianismo é essencialmente eclesial, e não a experiência individual e subjetiva do protestantismo.
É preciso entrar em contato com o Cristo vivo e crucificado na Igreja para ser cristão.
Saulo encontra Jesus na Igreja. Nao é uma iluminação solitária. Jesus está vivo na Igreja.

Para converter alguém é aconselhável fazê-la entrar em contato com a vida dos grandes santos, de preferência os mais recentes.
Por exemplo, Padre Pio, o único santo, padre e estigmatizado.
Fazer as pessoas verem que Cristo vive na vida de seus santos e na sua Igreja!
A história da Igreja é a história de seus santos e mártires e todos os milagres ao longo dos santos. Não é uma ideologia, é uma realidade! É um acontecimento, é Cristo vivo.

Quando Jesus subiu aos céus ele não deixou para nós um livro. O cristianismo é religião de uma pessoa não de um livro. A palavra se fez carne e continua carne na Igreja. Olhe para os estigmas de São Pio! Isto é a Igreja Católica.
Se você quer converter uma pessoa não lhe mostre o evangelho, mostre-lhe a vidas dos santos.
Primeiro se torne católico e depois entenda a bíblia pois a Igreja é o lugar hermenêutico da Bíblia.
Primeiro a pessoa tem que ver que Cristo continua vivo na vida de seus santos e depois vai poder ler quem foi Jesus nos evangelhos e entender.

A "causa" de Jesus que a comunidade primitiva descobre... segundo a teologia da libertação.
A teologia da libertação é uma apostasia: sem milagres, sem intervenção divina, o que é a encarnação do verbo? Virgem tendo filhos? Claro que não. É evidente que Jesus é um símbolo de Deus...
A genialidade de Jesus é notar que Deus não existe ("por que me abandonaste? na cruz), mas veio nos trazer a consciência de que o ser humano é divino. Deus não existe, o homem é que é deus!
Jesus morreu, mas se continuarmos a acreditar nisso que ele descobriu, Jesus estará vivo. Não houve ressurreição! O divino somos nós.
A religião é uma série de símbolos que fazem com que minha luta tenha sentido. Diabólico é o que machuca a comunhão dos que lutam pela causa...
Idolatria é adorar uma hóstia (esta frase saiu da boca de um padre...) em que a eucaristia é um símbolo da partilha.
Isto é ser um teólogo da libertação.

No combate, a primeira coisa é conhecer bem o inimigo. O vírus está dentro da Igreja e é preciso combatê-lo, chamar a heresia de heresia, a apostasia de apostasia.

Fonte: site Christo Nihil Praeponere

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