ABORTO (986)'
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Artigo

SEGREDOS DO ANTICONCEPCIONAL

Abortos Ocultos

 

Nenhum anticoncepcional é suficientemente eficaz no esquivar-se da concepção, todos têm como função principal matar o ser humano já concepto refreando a nidação, principalmente os mais modernos por serem menos estrogênicos, fabricados com intuitos estéticos de deformarem menos a mulher. Esses farmacológicos transformam o protótipo feminino moderno em cemitérios ambulantes.

 

Defender a vida, a fé ou qualquer preciosa benção dada por Deus pode nos acarretar um desconforto social, podem nos chamar de fanáticos, religiosos radicais ou no mínimo dizerem: ”esse cara não tá legal”. Vemos comumente crescendo os guetos de pessoas tipicamente legais, do tipo “tudo pode”, “tudo é lícito”, tudo é lindo. Essas pessoas são agrupadas e estereotipadas como “pessoas cabeças”, “mentes abertas”, ou seja, “caras legais”. Um dia desses conversei com um veganista que dizia não comer ovo porque o ovo é uma vida, era um eco comunista típico e como todo jovem moderno entupia sua namoradinha de pílulas para que a carga de um filho não atrapalhasse sua juventude. Ele era visto como um protetor de galináceos, mas ninguém o via como filicida.

 

Ultimamente tem se falado muito sobre o aborto nas redes sociais e nas suas probabilidades de legislação. Não pretendo me estender nesse assunto porque creio que o aborto é um assassinato explicito até aos olhos mais cegos, e que nenhuma pessoa normal contestaria tal fato. A questão em pauta nesse momento é um assassinato corriqueiro que não tem sido visualizado como homicídio já que a maioria das pessoas o considera como um planejamento familiar e outros como um guarda-costas que o assegure que se divirta em paz.

 

Anticoncepcional só evita a gravidez ou também mata a vida já concebida?

 

Vejamos o que diz a ciência:

 

O Dr. J. Richard Crout (Diretor da FDA do Governo dos EE.UU.) explicou que "fundamentalmente estas pílulas alteram o mecanismo endócrino normal na regulação do ciclo genital feminino e modifica as características da mucosa uterina que deixa de ser receptiva para o óvulo fertilizado". Ao atuar dessa maneira, inibem a ovulação e mudam as características da mucosa uterina de modo que já não é mais receptiva para o óvulo fecundado.

 

Falando da Pílula Combinada dos últimos anos da década de 60 (que era mais potente que as atuais), os Drs. John Peel e Malcolm Potts, em seu "Texto par a prática contraceptiva" afirmam que a interrupção ovulatória ocorre entre 2% a 10% dos ciclos.

 

É provável que, com as baixas dosagens que há nessas pílulas de hoje, a ovulação ocorra mais frequentemente. Ou seja, a interrupção (aborto) ocorre mais vezes.

 

As consequências da alteração do endométrio (que é parte da ação da pílula combinada) é explicada ainda melhor pelo Dr. R. Mishel, da Universidade da Califórnia do Sul:

“Além disso, as pílulas combinadas alteram o endométrio de tal maneira que a produção glandular do glucógeno fica diminuída e há menos energia à disposição do blastocisto (a nova vida em desenvolvimento) para que possa se desenvolver na cavidade uterina.”

 

O Dr. Alan Guttmacher, antigo presidente da "Paternidade Planificada", descreveu a estrutura do endométrio sob a ação da pílula combinada como “a imagem de glândulas exaustas, inativas” ...

"A aparência do endométrio pré-menstrual normal, difere de tal maneira do endométrio sob a ação dos anticoncepcionais orais que se pode duvidar se está apto para a implantação de um óvulo fertilizado. 

 

A ação da pílula que contém apenas progesterona parece ser mais frequentemente ABORTIVA.

 

Quando os laboratórios SINTEX Inc. lançaram no mercado a pílula só com progesterona (que haviam fabricado), seu porta-voz Russ Wilfs, anunciou que não "interferia com a ovulação"... Parece afetar o endométrio (revestimento do útero) de modo tal que um óvulo fecundado não pode ser implantado. (6) Também provocam hostilidade do muco cervical que se torna inóspito e dificulta a passagem dos espermatozoides.

 

Esse fato é corroborado pela advertência da FDA (Administração de Alimentos e drogas dos EE.UU.) que detalhadamente indica:

 

"As pílulas anticoncepcionais que contém somente progesterona alteram o muco cervical, exercem um efeito progestacional sobre o endométrio, interferindo com a implantação e em alguns casos, suprimindo a ovulação."

 

“Entretanto, alguns estudos mostraram que muitos sistemas anticoncepcionais não são capazes de impedir uma concepção. Observou-se, por exemplo, que as hormonas que a pílula (ou alguns implantes ou injeções anticoncepcionais) faz circular no corpo da mulher procuram impedir a ovulação. Mas às vezes a ovulação produz-se, apesar da pílula…

 

O que ocorre nesses casos? Ocorre que outros mecanismos do mesmo produto anticoncepcional impedem que o embrião (poderíamos chamá-lo com mais propriedade “o filho”) possa aninhar-se no útero, possa continuar o seu caminho na vida.

 

Deste modo, muitos produtos assim chamados anticoncepcionais têm um efeito abortivo que a mãe não chega a descobrir. Segundo alguns estudos, 100 mulheres que usassem algumas formas de anticoncepção hormonal 15 anos seguidos, poderiam ter 130 abortos ocultos. Uma percentagem que fala por si mesmo da seriedade de algo que está a ocorrer no meio de um silêncio quase absoluto”.

 

Fazendo a analogia com a vida que há dentro de um ovo podemos analisar uma semelhança com o óvulo fecundado, que mesmo formado não é bem recebido no ninho para que se instale. A paternidade é movida por uma vocação. Isso sim é paternidade responsável, assumir uma vocação e exercê-la em sua plenitude. Que ninguém confunda isso com paternidade por conveniência.

 

Jr 1,5: “Antes mesmo de te modelar no ventre materno, eu te conheci”.

 

Paulo Leitão De Gregorio, 15/02/2014

 


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